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Senadores dos EUA interpelam equipe de inteligência de Trump no Irã

Senadores questionam equipe de inteligência de Trump sobre guerra no Irã em audiência, após renúncia de assessor e cobrança por transparência

The sun sets on the U.S. Capitol building, on Capitol Hill in Washington, D.C., U.S., January 30, 2026. REUTERS/Kylie Cooper/File Photo
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  • O comitê de inteligência do Senado realiza audiência pública anual sobre ameaças globais, centrada na guerra no Irã, quase três semanas após o início do conflito.
  • Deputados de ambos os partidos cobram mais informações sobre a condução da guerra, que já deixou milhares de mortos e afetou mercados.
  • O depoimento deve incluir o Diretor de Inteligência Nacional, Tulsi Gabbard, e o Diretor da CIA, John Ratcliffe, além de abordar a renúncia de Joe Kent, chefe do Centro Nacional de Contra-terrorismo.
  • Kent afirmou não conseguir apoiar a continuidade da guerra, alegando pressão de Israel; a Casa Branca contestou as alegações.
  • Enquanto o Senado diverge, o republicano Tom Cotton elogia a campanha como bem-sucedida, e o democrata Mark Warner classifica o conflito como “guerra por escolha”.

Nos Estados Unidos, senadores poderão questionar na pauta pública auxiliares do presidente Donald Trump sobre segurança nacional, quase três semanas após o início da guerra com o Irã. O comitê de Inteligência do Senado realiza a audiência anual sobre ameaças globais.

O foco provável é o conflito no Oriente Médio iniciado em 28 de fevereiro. Parlamentares de ambos os partidos buscam mais informações sobre custos, impactos econômicos e operacionais da intervenção.

Os participantes esperados incluem o diretor de Inteligência Nacional, Tulsi Gabbard, e o diretor da CIA, John Ratcliffe. A sessão ocorre em Washington, com a presença de deputados e senadores.

Em meio ao debate, destaca-se a renúncia de Joe Kent, chefe do Centro Nacional de Contrterrorismo, apontada como o primeiro alto funcionário a deixar o governo por causa do conflito. Kent era próximo de Gabbard.

Kent publicou uma carta nas redes sociais citando oposição à continuidade da guerra, alegando que não havia ameaça imminente e criticando influência externa para justificar o embate. O governo rejeitou as afirmações.

Entre os últimos dias, o senador Tom Cotton defendeu a operação, afirmando que a campanha é bem planejada e visa enfraquecer o regime iraniano. Questiona-se se o plano atende aos objetivos anunciados pela administração.

O senador Mark Warner, vice-presidente do comitê, classificou o conflito como uma guerra de escolha. Ele disse não haver ameaça imediata aos EUA e ressaltou divergências sobre a percepção de risco regional.

A Casa Branca reiterou que as informações oficiais não foram distorcidas e que o governo permanece informado sobre o desenrolar da intervenção. Em paralelo, a audiência seguinte sobre ameaças globais está prevista para ocorrer na Câmara.

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