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Senado rejeita medida para limitar poderes de guerra de Trump por 53-47

Senado rejeita debate para limitar poderes de guerra de Trump por cinqa e sete? (oops) Wait fix. Provide clean output. Let's rewrite: Senado rejeita levar adiante medida para limitar poderes de guerra de Trump por 53 a 47; democratas prometem reapresentar repetidamente

Cory Booker at the US Capitol in Washington DC on 4 March 2026.
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  • O Senado votou 53 a 47 para não levar adiante a medida que buscava limitar os poderes de guerra de Donald Trump contra o Irã, bloqueada pela maioria republicana.
  • Rand Paul foi o único republicano a apoiar a medida; John Fetterman foi o único democrata a votar a favor da rejeição.
  • Cory Booker, que liderou a iniciativa, destacou que continuará apresentando propostas para obrigar o Congresso a debater e autorizar ações militares.
  • A campanha militar EUA-Israel no Irã começou no fim do mês passado; já são registradas dezenas de mortes e custo da guerra ultrapassou 11,3 bilhões de dólares na primeira semana.
  • Navios aliados resistiram a pedir ajuda para reabrir o estreito de Hormuz sem consulta, dificultando a resposta internacional à operação.

O Senado dos Estados Unidos rejeitou, nesta quarta-feira, uma medida que tentava limitar os poderes de uso da força por Donald Trump contra o Irã sem autorização do Congresso. A votação foi de 53 a 47 contra levar o texto a debate.

A iniciativa foi bloqueada pelos republicanos, como ocorreu anteriormente em dias após ataques conjuntos dos EUA e de Israel que deram início à operação no Irã. A bancada democrata havia prometido reapresentar a proposta diversas vezes.

O líder democrata Chuck Schumer pediu apoio dos republicanos para abrir discussão sobre a guerra, afirmando desconhecer objetivos e prazos do presidente. Rand Paul foi o único republicano a votar a favor da medida.

Entre os democratas, Rand Paul foi o único a apoiar a proposta; John Fetterman, aliado de Israel dentro do partido, votou contra. Cory Booker liderou a iniciativa que visa exigir autorização do Congresso para ações militares.

Booker ressaltou que a Constituição exige aprovação do Congresso para conflitos bélicos, mesmo diante de pressões do Executivo. Ele afirmou que continuará apresentando propostas semelhantes.

A cerimônia de votação ocorreu em meio a uma mobilização contínua sobre a estratégia de relações com o Irã. A ofensiva já deixou mortos entre civis no Irã e no Líbano, além de 15 vítimas em Israel, segundo relatos

Paralelamente, o custo inicial da operação superou 11,3 bilhões de dólares na primeira semana, e houve impacto nas cadeias globais de suprimentos. Países aliados recusaram-se a apoiar a abertura do estreito de Hormuz sem consulta prévia.

Contexto e próximos passos

Nesta quarta, Tulsi Gabbard, diretora de inteligência nacional, testemunhou sobre o programa nuclear do Irã, afirmando que sistemas foram atingidos e que não houve recuperação. A avaliação, no entanto, não substitui a decisão de políticos sobre ações futuras.

O governo mantém a defesa da necessidade de ações para enfrentar uma suposta ameaça iminente, enquanto a oposição busca ampliar a supervisão parlamentar sobre decisões de guerra e autorizações formais.

Atores e desdobramentos

O senador Rand Paul foi o único a apoiar a medida entre os republicanos; Cory Booker, democrata, liderou o esforço de votação. A oposição aponta para a ausência de suporte bipartidário como obstáculo a mudanças rápidas.

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