- A líder conservadora Kemi Badenoch chamou de “infantis” os ataques repetidos de Donald Trump a Keir Starmer, dizendo em vídeo nas redes que as palavras da Casa Branca são contrárias aos interesses.
- Badenoch busca distância de Trump e da posição de guerra contra o Irã, afirmando que é preciso fortalecer a relação Reino Unido–Estados Unidos independentemente de quem governa.
- A mudança de tom ocorre em meio a pesquisas que mostram apoio britânico relativamente baixo a uma participação maior do país no conflito iraniano.
- Os comentários chegam após Trump criticar Starmer por não se comprometer com envio imediato de meios, dizendo que o líder britânico não é Winston Churchill.
- Fontes do governo do Reino Unido contestaram a ideia de que os EUA teriam pedido porta-aviões, destacando que a situação no estreito de Hormuz é volátil para envio de navios no momento.
Kemi Badenoch classificou as críticas repetidas de Donald Trump a Keir Starmer como infantis, em tom de distanciamento do presidente dos EUA em relação à atuação militar contra o Irã. Ela afirmou, em vídeo publicado nas redes, que as palavras da Casa Branca são inadequadas e contrárias aos interesses da aliança ocidental.
A líder conservadora ressaltou ser a principal crítica de Starmer, mas criticou a postura de Trump, dizendo que a tensão entre aliancas noocidente transmite sinais ruins a adversários como Irã e Rússia. Badenoch defendeu a necessidade de manter a coesão entre Reino Unido e Estados Unidos.
Segundo Badenoch, é fundamental fortalecer a relação bilateral independentemente de quem ocupe o governo. Ela destacou que as declarações do presidente americano representam uma resposta inadequada ao cenário internacional atual.
Contexto político e desdobramentos
A trajetória de Badenoch mostra mudança de posicionamento em relação ao apoio à ação contra o Irã. Em momentos anteriores, ela já foi pró-alinhamento com os EUA, o que pode refletir avaliações internas sobre a popularidade da intervenção entre eleitores britânicos.
Trump havia criticado Starmer ao reiterar a opinião de que o líder britânico não estaria suficientemente comprometido com a resposta à ameaça iraniana, inclusive sobre o uso de recursos militares no Estreito de Hormuz.
De acordo com relatos de fontes governamentais, Londres noticia que não houve pedido formal para envio de porta-aviões, e a situação no Estreito de Hormuz é considerada volátil demais para movimentação de navios no momento.
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