- O vice-presidente dos EUA, JD Vance, expressou apoio à forma como o presidente Donald Trump vem lidando com a guerra na região e disse confiar nele para não repetir erros do passado.
- Vance afirmou, ao lado de Trump no Salão Oval, que acredita que Trump tem condições de fazer um bom trabalho para o povo americano.
- A declaração parece visar acalmar questionamentos sobre eventuais diferenças entre as visões de Vance, conhecido por posições anti-guerra, e Trump.
- A guerra no Irã começou no dia 28 de fevereiro; havia suspeitas de desentendimentos entre os dois sobre o tema.
- Vance já foi crítico, no passado, de intervenções militares americanas e de envio de militarização para outras regiões, como a Ucrânia, para se defender da invasão russa.
O vice-presidente dos EUA, JD Vance, afirmou nesta segunda-feira confiar na forma como o presidente Donald Trump está lidando com a guerra no Irã e disse que não permitirá que os erros do passado se repitam. A declaração ocorreu durante um evento no Salão Oval.
Vance buscou conter dúvidas sobre possíveis divergências com Trump. Desde o início do conflito, em 28 de fevereiro, o senador tem mantido cautela ao comentar o tema, sem ter feito apoio explícito ao conflito.
O presidente, segundo Vance, defende que o Irã não obtenha arma nuclear, e o mandato dele é visto como alinhado com essa posição. O tom de apoio foi expresso acompanhado de Trump durante o evento no Salão Oval.
Historicamente, Vance já foi crítico de intervenções militares. Ele escreveu que o melhor caminho de política externa de Trump foi evitar guerras. O senador também criticou o envio maciço de armas para a Ucrânia, mantendo visão de contenção.
Contexto e leitura política
Vance, que já se descreveu como antagonista de Trump em outros momentos, tenta esclarecer a linha entre apoio à estratégia de Trump e seu histórico de posicionamento externo.
O diferencial de tom entre o político e o ex-presidente aparece nas declarações públicas, com Vance enfatizando a necessidade de evitar erros do passado e de manter a atuação dos EUA de forma medida.
Conexões já recebidas pela imprensa indicam que a relação entre Vance e Trump permanece central para o equilíbrio do grupo conservador no Congresso diante do conflito regional.
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