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Planos para reduzir equipe internacional da NHS parecem ambiciosos, dizem deputados

Plano de reduzir recrutamento internacional do NHS é visto como ambicioso demais por MPs, após economia de mais de £14 bilhões com contratação no exterior ficar sob questionamento

Thirty-six per cent of UK doctors and 24% of nurses and midwives were trained elsewhere in the world.
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  • Planos do NHS de reduzir recrutamento internacional para cerca de 10% até 2035 são considerados ambiciosos por MPs, diante da dependência do serviço de trabalhadores adquiridos no exterior.
  • Relatório aponta que o NHS já economizou mais de £14 bilhões ao contratar médicos, enfermeiros e parteiras do exterior.
  • Atualmente, 36% dos médicos e 24% dos enfermeiros e parteiras no Reino Unido foram treinados em outros países.
  • A queda recente no número de vistos para profissionais de saúde não elimina a necessidade de mão de obra estrangeira “no futuro previsível”.
  • O estudo recomenda um modelo de cooperação com investimento em treinamento e fortalecimento de sistemas de saúde nos países parceiros, em vez de gasto apenas na mobilidade de profissionais.

O grupo parlamentar independente de saúde global e segurança aponta que as metas do NHS England para reduzir o contingente internacional de trabalhadores em saúde são talvez excessivas. Relatório revela que a força de trabalho recrutada no exterior gerou economia superior a £14 bilhões, entre médicos, enfermeiros e parteiras.

Segundo a investigação, a dependência do NHS em profissionais formados no exterior é alta. Dados do estudo indicam que 36% dos médicos e 24% de enfermeiros e parteiras no Reino Unido foram formados fora do país. Ainda assim, as receitas migratórias diminuíram nos últimos anos.

O APPG sustenta que os profissionais de saúde estrangeiros continuarão necessários a curto e médio prazo, devido à escassez estrutural de mão de obra no setor. A pesquisa recomenda um modelo de cooperação com países de origem, para fortalecer seus sistemas de saúde.

O relatório, divulgado durante o UK Global Health Summit em Londres, enfatiza que crescer a força de trabalho nacional é essencial, mas não deve desconsiderar as vantagens de uma rede internacional ética e sustentável. O custo de formação de médicos, estimado em £120 mil por profissional, e de enfermeiros, em £23 mil, é utilizado para justificar a avaliação.

Representantes de países como Quênia e Uganda expuseram a perda de médicos, enfermeiros e educadores clínicos, destacando impactos na formação da próxima geração e na segurança do paciente. O documento cita impactos potencialmente negativos para serviços de saúde em níveis locais.

O governo britânico afirma reconhecer o benefício de profissionais internacionais para o NHS, mas ressalta a necessidade de prioridades para a formação e retenção de talentos domésticos. A pasta de Saúde afirma trabalhar para reequilibrar a contratação, com foco em graduados britânicos e remuneração de enfermeiros formados no país.

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