- Forças israelenses mataram quatro palestinianos, incluindo dois menores, durante uma operação no território ocupado da Cisjordânia, em Tammun, no domingo.
- A mãe, de 35 anos, e o pai, de 37, foram mortos, junto com dois filhos de 5 e 7 anos; outros dois filhos ficaram feridos.
- O Exército israelense disse que está apurando as informações.
- A Health Ministry palestiniana informou também a morte de um palestiniano em ataque de colonos na noite de sábado.
- Segundo autoridades palestinianas, colonos estão aproveitando restrições de deslocamento impostas durante o conflito com o Irã, com bloqueios militares atrasando atendimento médico; ao menos cinco palestinianos foram mortos pelos colonos na Cisjordânia desde o início dos ataques aéreos contra o Irã em 28 de fevereiro.
O que aconteceu: forças israelenses mataram quatro palestinianos durante uma operação no fim de semana na Cisjordânia ocupada, em Tammun. Entre as vítimas estão uma mãe de 35 anos, o pai de 37 e dois filhos de 5 e 7 anos. Dois outros menores ficaram feridos, segundo as autoridades de saúde palestinas.
Quem está envolvido: as vítimas são palestinianos. O Exército de Israel informou que avaliará os relatos. A Saúde Palestina também registrou a morte de um palestiniano em ataque de colonos na noite de sábado.
Quando e onde: o incidente ocorreu no domingo, em Tammun, na Cisjordânia ocupada. O jornal cita, ainda, relatos de violência contínua na região desde o início de uma escalada de ataques.
Por quê: as autoridades apontam operações militares como o gatilho para as fatalidades. Não há conclusão oficial sobre responsabilidades no momento.
Contexto de violência e resposta humanitária
A Saúde Palestina informa que outra morte ocorreu no ataque de colonos na noite anterior. Fontes médicas apontam que colonos aproveitaram restrições de movimento impostas durante ações contra o Irã.
Panorama atual
Desde 28 de fevereiro, segundo o Ministério da Saúde palestino, pelo menos cinco palestinianos foram mortos em violência relacionada a colonos no território. A situação ocorre em meio a operações e represálias associadas a ataques na região.
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