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Incumbente Sassou favorecido em eleição no Congo, com preocupações de direitos

Eleições na República do Congo devem manter Denis Sassou Nguesso no poder, com abstenção alta e críticas de repressão a dissenso pelos direitos humanos

Supporters of outgoing President Denis Sassou Nguesso, who is running for re-election, take part in a campaign rally ahead of the March 15 presidential election, in Brazzaville, Congo Republic, March 7, 2026.
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  • A eleição presidencial na República do Congo aponta Denis Sassou Nguesso, de 82 anos, como favorito para manter o poder, diante de seis adversários pouco conhecidos.
  • Dois dos opositores mais conhecidos estão presos há quase uma década, após serem condenados por suposta ameaça à segurança do país.
  • Grupos de direitos humanos denunciam clima de medo e repressão, com prisões, suspensão de partidos e monitoramento de atos públicos.
  • São 3,2 milhões de eleitores registrados; a abstenção é prevista por parte da sociedade, diante do desinteresse e desgaste político.
  • O governo nega viés na condução do pleito e afirma possuir órgãos de fiscalização para garantir transparência e a vitalidade da democracia.

A eleição presidencial na República do Congo ocorre neste domingo para definir se Denis Sassou Nguesso, no poder há décadas, amplia seu mandato. O pleito acontece em meio a críticas de direitos humanos sobre o ambiente político.

Sassou, 82 anos, concorre a um novo mandato diante de seis adversários pouco conhecidos, após as principais forças de oposição não apresentarem candidaturas. Dois opositores conhecidos estão presos desde há quase uma década.

Organizações de direitos humanos denunciam repressão a dissidentes, suspensão de partidos e monitoramento de reuniões públicas, aumentando a apreensão antes das urnas. Há relatos de ações de força de segurança no clima pré-eleitoral.

Do lado oficial, cartazes do presidente dominam áreas urbanas; campanhas oposicionistas aparecem com menos visibilidade. O governo afirma que não há viés e que há mecanismos de transparência para a eleição.

Ao longo desta semana, apoiadores de Sassou destacaram a estabilidade sob seu governo, enquanto adversários defenderam mudanças na gestão econômica e social. A participação tem sido alvo de ceticismo entre eleitores.

Mais de 3,2 milhões de eleitores são aptos a votar, mas muitos indicam desejo de ficar em casa. Espera-se menor presença nas urnas do que em 2021, com perspectivas de abstenção elevada, segundo observadores.

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