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Yu-Gi-Oh se distancia de vídeo envolvendo Irã e Casa Branca

Yu-Gi-Oh se dissocia de vídeo da Casa Branca sobre ataque a Irã, após uso não autorizado de imagem e voz do anime

© Konami
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  • O vídeo da Casa Branca usou imagens da série Yu-Gi-Oh! sem autorização dos detentores dos direitos.
  • Dan Green, voz de Yami Yugi, condenou o uso e considerou a produção desrespeitosa à memória do criador Kazuki Takahashi.
  • A marca Yu-Gi-Oh! publicou nota afirmando que o jogo de cartas não participou do material nem autorizou o uso da propriedade intelectual.
  • O material é apresentado como parte de uma série de conteúdos de memes e cultura pop usados pela administração para promover ataques com Israel contra o Irã.
  • Observa-se que, mesmo com críticas, nem todos os detentores de IP movem ações legais; a Pokémon Company não acionou a Justiça, enquanto outras empresas costumam manter o silêncio.

O setor de entretenimento foi marcado por uma controvérsia após a Casa Branca publicar um vídeo no X que utilizou imagens e a voz de Yugi, do anime Yu-Gi-Oh!, para promover ataques entre Estados Unidos e Israel contra o Irã. O material foi divulgado no mês passado, sem autorização dos detentores dos direitos.

Entre os envolvidos, o próprio criador da série original e a voz de Yami Yugi, Dan Green, emitiram manifestações criticando a utilização indevida do personagem e o tom do vídeo, qualificado como desrespeitoso à memória do criador Kazuki Takahashi. A marca Yu-Gi-Oh! também divulgou uma declaração explicando que o anime e o card game não participaram da produção.

A empresa The Yu-Gi-Oh! estabeleceu que não houve qualquer envolvimento de aceitação, participação ou permissão por parte das editorsas do mangá ou do anime. O comunicado reforçou que não houve autorização para o uso da propriedade intelectual e que a narrativa do vídeo não representa o posicionamento oficial da marca.

Especialistas em propriedade intelectual destacam que usar conteúdos protegidos sem autorização pode caracterizar violação de direitos. Em resposta, empresas de entretenimento costumam exigir retratação ou remoção de conteúdos nas plataformas oficiais. Não houve confirmação de ações legais até o momento.

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