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Bolsonaro espera que Moraes antecipe data da visita de conselheiro de Trump

Defesa de Bolsonaro solicita ao STF mudança na data da visita de Darren Beattie, assessor de Trump, que ocorreria em 16 e 17 de março; novo encontro pode ocorrer em 18

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) após sair do hospital DF Star, em Brasília. Foto: Pablo Porciuncula/AFP
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  • A defesa de Jair Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes que altere a data da visita de Darren Beattie, assessor sênior do governo de Donald Trump, à prisão do ex-presidente.
  • Beattie estará no Brasil entre 16 e 17 de março, para participar de um evento sobre mineração em São Paulo.
  • A visita foi autorizada por Moraes, mas para o dia 18 de março, das 8h às 10h, o que motivou o pedido de reconsideração.
  • Os advogados alegam que Beattie é funcionário de alto escalão do Departamento de Estado e que seus compromissos são estruturados com antecedência e exigem planejamento diplomático.
  • Beattie atua no setor do Departamento de Estado responsável por políticas sobre o Brasil; ele já criticou Moraes e o tornou objeto de controvérsia.

O ex-presidente Jair Bolsonaro teve a defesa solicitar ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, que altere a data da visita de Darren Beattie ao presídio onde Bolsonaro está detido. A mudança dependeria da agenda diplomática do conselheiro de Trump.

Beattie, assessor sênior do governo dos EUA para políticas relacionadas ao Brasil, estará no Brasil entre 16 e 17 de março. Ele participará de um evento sobre mineração em São Paulo e, segundo a defesa, suas atividades oficiais já têm programação prévia.

A visita a Bolsonaro foi autorizada por Moraes, mas para o dia 18 de março, das 8h às 10h. Os advogados do ex-presidente argumentam que o assessor tem compromissos internacionais estruturados com antecedência. Beattie já criticou Moraes publicamente.

Beattie atua no Departamento de Estado desde o mês passado, trabalhando na área responsável por propostas sobre o Brasil. O conselheiro de Trump já havia se dirigido ao STF em críticas ao que chamou de censura, elevando o perfil diplomático do caso.

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