- Trump realizou no club de golfe Trump National Doral, em Miami, a reunião “Escudo de las Américas” com 12 líderes afinados ao seu eixo político.
- A cúpula visa combater o narcotráfico, a imigração e reduzir a influência da China na região.
- Participam Argentina, Bolivia, Costa Rica, Ecuador, República Dominicana, El Salvador, Guiana, Honduras, Panamá, Paraguai, Trinidad e Tobago, e o presidente eleito do Chile; México, Colônia e Brasil ficam de fora.
- A presidente electa de Canda (sic) – corrigir: não participou; nomeação de Kristi Noem como enviada especial para o grupo. (Ajuste: Kristi Noem, ex-chefe do Departamento de Segurança Nacional, foi nomeada como enviada).
- Antes da reunião, o secretário de Defesa participou da Conferência Anticartel das Américas e anunciou cooperação para combater narcotráfico, com reforço de ações militares no Caribe e no Pacífico oriental.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, organiza neste fim de semana no Trump National Doral, em Miami, a reunião denominada Escudo de las Américas. A iniciativa reúne 12 líderes de nações da região aliadas às ideias do governo americano, com foco em cooperação para enfrentar o narcotráfico, a imigração e a redução da influência de China no continente. O encontro ocorre após a suspensão, no fim de 2023, da Cumbre de las Américas prevista na República Dominicana.
A reunião é descrita pela Casa Branca como uma coalizão histórica para enfrentar cartéis, narcoterrorismo e fluxos migratórios, fortalecendo laços entre governos de ideias próximas ao trumpismo. Participam presidentes de Argentina, Bolivia, Costa Rica, Ecuador, República Dominicana, El Salvador, Guyana, Honduras, Panamá, Paraguai, Trinidad e Tobago, além do presidente eleito do Chile. Estão fora México, Colômbia e Brasil, com possibilidade de adições de última hora.
Participantes e temas
A agenda oficial aponta cooperação para deter injerência estrangeira, reduzir a imigração ilegal e desarticular redes de crime organizado. A declaração de abertura destaca a cooperação estratégica para promover liberdade, segurança e prosperidade na região, com foco em alianças entre governos alinhados a políticas de segurança e migração. A imprensa aponta que o encontro também funciona como plataforma para alinhamento de posicionamentos regionais.
Contexto e objetivos
Analistas destacam que a iniciativa se insere na visão de segurança nacional norte-americana, que prioriza reduzir a influência de potências externas na região. Em paralelo, o Departamento de Defesa participa de atividades ligadas ao combate ao narcotráfico e à presença militar na região, incluindo encontros com autoridades locais. O governo americano enfatiza que a cooperação visa ampliar estratégias conjuntas contra grupos criminosos.
Desdobramentos e próximos passos
A expectativa é de que, durante o encontro,-Se firmem acordos de cooperação em áreas de combate ao narcotráfico, enfrentamento à imigração irregular e cooperação de inteligência. As fontes oficiais indicam que a reunião prepara terreno para próximos gestos diplomáticos e para possíveis anúncios de apoio político entre as nações participantes. A imprensa acompanha também a agenda do anfitrião para o curto prazo, incluindo eventos diplomáticos com parceiros regionais.
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