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Partido governista na Nova Zelândia cai em pesquisas; Luxon não renuncia

Pesquisa aponta queda do Partido Nacional a 28,4% e Hipkins assume liderança preferida; Luxon diz que não renunciará antes das eleições de novembro

New Zealand's Prime Minister Christopher Luxon speaks as he attends the ASEAN – New Zealand Commemorative Summit during the 47th Association of Southeast Asian Nations (ASEAN) Summit in Kuala Lumpur, Malaysia, on October 28, 2025.
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  • A popularidade do Partido Nacional caiu para 28,4%, a menor desde o fim de 2021, segundo a pesquisa mensal Taxpayers’ Union-Curia.
  • O primeiro-ministro Christopher Luxon afirmou que “com certeza não” vai se demitir antes da eleição geral marcada para 7 de novembro de 2026.
  • Luxon e o governo de coalizão perderam apoio devido à economia fragilizada e ao desemprego mais alto, abrindo espaço para o crescimento do Labour.
  • Os aliados da coalizão, NZ First e ACT, registraram 9,7% e 7,5%, respectivamente.
  • O Labour subiu a 34,4% de apoio; o líder Labour, Chris Hipkins, aparece com 22,7% como favorito para primeiro-ministro, superando Luxon.

O apoio ao partido Nacional, que governa a Nova Zelândia, caiu ao seu nível mais baixo em mais de quatro anos. A primeira ministra, Christopher Luxon, deixou de ser o líder mais votado, segundo pesquisa divulgada nesta sexta-feira.

O levantamento mensal da Taxpayers’ Union-Curia aponta queda de 2,9 pontos percentuais, para 28,4%, o pior resultado do partido desde o fim de 2021. O decline ocorre em meio a uma economia fragilizada e desemprego mais alto.

Luxon, de 55 anos, e seu governo de coalizão, no poder desde as eleições de 2023, enfrentam queda de popularidade após meses de desempenho econômico fraco. A centro-direita enfrenta concorrência da oposição trabalhista.

Eleições e cenários

A Verba mostra que o trabalho trabalhista subiu 0,3 ponto, para 34,4%, com Verde em 10,5% e Te Pāti Māori em 3,2%. O conjunto de três partidos poderia obter 61 lugares no pleito, suficiente para formar governo.

Além disso, Luxon perdeu administração de aprovação, que recuou 1 ponto, para 21%. O líder trabalhista Chris Hipkins avançou 4,7 pontos, para 22,7%, passando a ser o preferido como primeiro-ministro.

O levantamento também revela apoio aos partidos de coalizão: NZ First aparece com 9,7% e ACT com 7,5%. A pesquisa ouviu 1.000 pessoas e mostra o panorama eleitoral em queda para a centro-direita.

Luxon, ex-CEO da Air New Zealand, já enfrentou críticas a políticas como o fechamento de uma autoridade de saúde para povos indígenas e cortes de financiamento a profissionais de linha de frente.

A Nova Zelândia utiliza um sistema misto desde 1996, o que torna as coalizões comuns em governos. A eleição geral está marcada para 7 de novembro de 2026.

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