- O debate entre figuras da mídia conservadora sobre a participação dos EUA no confronto com o Irã se intensificou, com discordâncias sobre alinhamento com Israel.
- Tucker Carlson e Megyn Kelly criticam a intervenção, enquanto Ben Shapiro e Mark Levin apoiam a atuação dos EUA e a cooperação com Israel.
- Shapiro chamou Kelly de “covarde inacreditável” ao citarem críticas de Trump, elevando o tom pessoal entre eles.
- Levin chamou Kelly de “Crazy Grandma Groyper” e houve ataques de outras figuras, como Laura Loomer, contra Kelly.
- Sean Hannity afirmou que prefere não se envolver no choque entre colegas, destacando uma divisão interna que alguns veem como parte de um desfoque maior no movimento pró-Trump.
O conflito entre figuras da mídia conservadora dos EUA ganhou contornos pessoais ao discutir a decisão de Donald Trump sobre o Irã. Tucker Carlson e Megyn Kelly são apontados como críticos da linha mais favorável à contenção com Israel, enquanto Mark Levin e Ben Shapiro apoiam intervenção e cooperação com Israel. A discussão arounda a política externa ganha corpo em programas de opinião.
Levin chamou Kelly de incoerente e de não criticar Trump de forma consistente, enquanto Shapiro rebateu, chegando a usar termos fortes contra Kelly. O debate envolve acusações de “covardia” e de alinhamento com interesses de Guerra e de lobby pró-guerra. A troca se intensificou em redes sociais e programas de rádio e TV.
Houve também ataques entre outros nomes da direita, como Laura Loomer, que criticou Kelly com linguagem agressiva. A disputa é associada a uma “divisão Maga” interna, segundo relatos que destacam a tensão entre Carlson e Levin desde 2025, incluindo acusações mútuas de zeal pela guerra.
Entre os envolvidos, Sean Hannity procurou manter distância. Em entrevista ao podcast de Katie Miller, Hannity disse discordar de Carlson, mas afirmou não se envolver na polêmica entre colegas. Ele declarou que não vê benefício em se envolver nessas disputas.
Para alguns observadores, o embate reflete um problema maior na mídia conservadora. Jonah Goldberg do Dispatch afirmou que a crise indica desintegração da coalizão Trump/Maga. O choque, segundo ele, também pode atrair audiência e fortalecer marcas independentes no ecossistema de opinião.
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