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Hegseth convoca aliados latino-americanos a apoiar ofensiva contra cartéis

Hegseth pressiona aliados latino-americanos por ofensiva contra cartéis, advertindo que Washington pode agir sozinha se a cooperação não ocorrer

Pete Hegseth at the inaugural Counter Cartel Conference in Florida on Thursday.
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  • O secretário de defesa dos EUA, Pete Hegseth, pediu aos aliados da América Latina que adotem uma ofensiva mais agressiva contra os cartéis e avisou que Washington pode atuar unilateralmente na região se necessário, embora prefira ação conjunta.
  • O chamado foi feito durante a Conferência de Contra-Cartéis das Américas, em Miami, com participação de representantes de dezesseis países da região.
  • Entre os presentes estavam delegações da Argentina, Bolívia, Equador, Chile, Paraguai, El Salvador, Honduras e República Dominicana; Colômbia, México e Brasil não participaram.
  • Especialistas afirmam que apenas via militar não basta para enfrentar o narcotráfico, destacando que o problema envolve cadeias de suprimento transnacionais complexas e requerção multidimensional.
  • Também foi anunciada a abertura de operações conjuntas entre EUA e Equador para combater grupos de tráfico, em meio a um histórico de intervenções militares na região e referências à Doutrina Monroe.

Pete Hegseth, secretário de Defesa dos EUA, pediu aos países latino-americanos que adotem uma ofensiva mais firme contra cartéis, advertindo que Washington pode agir sozinha caso não haja coordenação regional. O pronunciamento ocorreu durante uma conferência de defesa no US Southern Command, em Miami.

O contexto envolve aumento da intervenção norte-americana na região, inclusive ações militares e influência em eleições. A imprensa aponta que a gestão Trump tem justificado operações sob a chamada guerra às drogas, com ataques a embarcações e presença militar próxima às fronteiras venezuelanas.

A atividade reuniu representantes de 16 países da América Latina e do Caribe, em especial delegações da Argentina, Bolívia, Equador, Chile, Paraguai, El Salvador, Honduras e República Dominicana. Colombia, México e Brasil não estiveram presentes.

Críticas ao enfoque estritamente militar foram trazidas por especialistas, que destacaram limitações de ações apenas com força militar diante de redes de narcotráfico com cadeias transnacionais complexas. Observadores lembram que estratégias multifacetadas costumam trazer resultados mais consistentes.

Cenário regional também inclui operações conjuntas anunciadas entre EUA e Equador, com poucos detalhes divulgados. Analistas apontam que assessores militares norte-americanos já atuam na região há anos, o que influencia a dinâmica local sem necessariamente exigir novas frentes de ataque.

O debate sobre doutrina de segurança na região persiste, com defensores e críticos destacando que o combate a cartéis exige coordenação multissetorial e cooperação regional, além de mecanismos de fiscalização, inteligência e desenvolvimento.

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