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Conflito no Oriente Médio se agrava com ataques do Irã a curdos no Iraque

Irã intensifica retaliação: ataque a grupos curdos no Iraque aumenta risco de escalada regional e de impacto econômico global

Um membro curdo Peshmerga do Partido Democrático do Curdistão do Irã (KDPI) inspeciona os danos sofridos no Campo Azadi do KDPI após um ataque transfronteiriço iraniano na cidade de Koye (Koysinjaq), no leste do distrito de Erbil, na região autônoma curda do norte do Iraque, em 3 de março de 2026. Foto: Safin HAMID / AFP
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  • O Irã afirmou ter atacado com três mísseis quartéis-generais de grupos curdos no Curdistão iraquiano, e informou a morte de pelo menos um integrante de grupo curdo no exílio.
  • A ofensiva em larga escala contra o Irã, iniciada pelos Estados Unidos e por Israel no fim de semana, foi seguida por respostas iranianas com drones e mísseis contra Israel e alvos dos EUA e de seus aliados no Golfo.
  • A guerra elevou preocupações sobre a economia mundial, com o FMI alertando sobre impactos, e medidas anunciadas pela Coreia do Sul e pela China para estabilizar mercados e reduzir impactos em petróleo e energia.
  • O Estreito de Ormuz permanece sob tensão, com interrupções no trânsito marítimo e controle reivindicado pela Guarda Revolucionária Iraniana, afetando o fluxo de petróleo e gás.
  • Em meio aos ataques, houve conflitos e ataques em outras frentes na região, incluindo ações israelenses contra o Líbano e deslocamentos de civis e turistas na região.

O Irã intensificou as ações militares na região, alegando atacar grupos curdos no Iraque. Os bombardeios e o lançamento de mísseis ocorram após a ofensiva iniciada por Estados Unidos e Israel contra o Irã no fim de semana anterior. A escalada envolve ataques de drones e mísseis contra alvos israelenses, dos EUA e seus aliados no Golfo, com resposta iraniana anunciada.

Os representantes iranianos afirmam ter atingido quartéis-generais de grupos curdos contrários à revolução no Curdistão iraquiano. Segundo a agência Irna, três mísseis foram empregados nesses ataques, que teriam causado mortes entre combatentes curdos no exílio. Autoridades iranianas disseram que o objetivo foi coibir ações separatistas.

Desdobramentos militares e diplomáticos

O governo dos EUA negou que planeje armar milícias curdas para provocar levante contra o Irã, apesar de o presidente Donald Trump ter conversado com lideranças curdas em uma base em Washington, conforme comunicado da Casa Branca. O Senado dos EUA rejeitou uma proposta para limitar poderes do presidente na condução da guerra.

Na região, houve novos ataques aéreos de Israel contra o Líbano, com avanços de tropas israelenses em áreas fronteiriças e incêndio em Beirute, perto de zonas de influência do Hezbollah. O Líbano, por sua vez, foi puxado para o conflito após ações iniciais do movimento pró-iraniano Hezbollah.

Rebatimento econômico e geopolítico

Especialistas destacam impactos potenciais na economia global, com a FMI alertando para efeitos sobre o crescimento mundial. Países anunciaram medidas para estabilização de mercados, enquanto refinarias e redes de abastecimento em várias regiões sob tensão discutem ajustes logísticos. O Estreito de Ormuz permanece sob controle estratégico, com trânsito de uma parcela significativa do petróleo mundial.

Em outros desdobramentos, houve relatos de interrupções em rotas de navios e fechamento temporário de embaixadas norte-americanas na região, além de movimentos de pacotes de emergência para turistas presos em áreas de conflito. O cenário geopolítico mantém retomadas de ações militares e resposta diplomática em ritmo acelerado.

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