Em Alta NotíciasFutebolBrasileconomiaEsportes

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Conflito no Irã mobiliza, Papa pede a Deus que líderes renunciem à guerra

O papa pede que líderes renunciem à guerra e discutam pela paz, em apelo por desarmamento diante da campanha militar entre EUA e Israel

Pope Leo XIV leads the Angelus prayer at the Vatican
0:00
Carregando...
0:00
  • O Papa Francisco publicou um vídeo, no qual ora para que líderes renunciem à guerra como forma de resolver conflitos, em meio à campanha de bombardeios EUA-Israel contra o Irã.
  • A intenção do mês de março do Vaticano é “desarmamento e paz”, com o apelo do pontífice para que haja diálogo e diplomacia entre as nações.
  • Não ficou claro se o vídeo foi criado especialmente para responder à campanha militar, que já envolve ataques regionais no Irã, Israel e Líbano.
  • O Vaticano afirmou que a intervenção militar pode violar o direito internacional e criticou a ideia de guerras preventivas.
  • No vídeo, o Papa pediu que o mundo entenda que a segurança verdadeira vem da confiança, justiça e solidariedade entre povos, e não do controle alimentado pelo medo.

Vatican City, 5 de março — O Papa Leo divulgou um vídeo no qual pede que as lideranças mundiais renunciem à guerra como forma de resolver conflitos, em meio à campanha de bombardeios dos EUA e de Israel contra o Irã, que já chega ao sexto dia.

A mensagem enfatiza que a verdadeira segurança não vem do controle alimentado pelo medo, mas da confiança, da justiça e da solidariedade entre povos. O vídeo é parte da intenção de oração mensal do pontífice, cuja finalidade de março é pela desarmamento e pela paz.

Não ficou claro se o material foi preparado especificamente em resposta à ofensiva militar, que provocou reações regionais com ataques iranianos em Israel, no Golfo e no Iraque, além de ataques de Israel no Líbano. O Vaticano não comentou sobre o registro.

O diretor de assuntos internacionais da Santa Sé, Cardeal Pietro Parolin, já havia criticado a ação militar, afirmando que strikes podem violar o direito internacional e que não há direito a guerras preventivas, sob risco de acender novos conflitos.

Na mensagem, o Papa pede que o mundo entenda que a segurança verdadeira depende de diálogo, justiça e amizade entre as nações, e não de estratégias de domínio baseadas no medo.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais