- O Papa Francisco publicou um vídeo, no qual ora para que líderes renunciem à guerra como forma de resolver conflitos, em meio à campanha de bombardeios EUA-Israel contra o Irã.
- A intenção do mês de março do Vaticano é “desarmamento e paz”, com o apelo do pontífice para que haja diálogo e diplomacia entre as nações.
- Não ficou claro se o vídeo foi criado especialmente para responder à campanha militar, que já envolve ataques regionais no Irã, Israel e Líbano.
- O Vaticano afirmou que a intervenção militar pode violar o direito internacional e criticou a ideia de guerras preventivas.
- No vídeo, o Papa pediu que o mundo entenda que a segurança verdadeira vem da confiança, justiça e solidariedade entre povos, e não do controle alimentado pelo medo.
Vatican City, 5 de março — O Papa Leo divulgou um vídeo no qual pede que as lideranças mundiais renunciem à guerra como forma de resolver conflitos, em meio à campanha de bombardeios dos EUA e de Israel contra o Irã, que já chega ao sexto dia.
A mensagem enfatiza que a verdadeira segurança não vem do controle alimentado pelo medo, mas da confiança, da justiça e da solidariedade entre povos. O vídeo é parte da intenção de oração mensal do pontífice, cuja finalidade de março é pela desarmamento e pela paz.
Não ficou claro se o material foi preparado especificamente em resposta à ofensiva militar, que provocou reações regionais com ataques iranianos em Israel, no Golfo e no Iraque, além de ataques de Israel no Líbano. O Vaticano não comentou sobre o registro.
O diretor de assuntos internacionais da Santa Sé, Cardeal Pietro Parolin, já havia criticado a ação militar, afirmando que strikes podem violar o direito internacional e que não há direito a guerras preventivas, sob risco de acender novos conflitos.
Na mensagem, o Papa pede que o mundo entenda que a segurança verdadeira depende de diálogo, justiça e amizade entre as nações, e não de estratégias de domínio baseadas no medo.
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