- O Comando da Guarda Revolucionária do Irã disse que o Estreito de Ormuz está fechado e que incendiará navios que passarem.
- A declaração ocorreu após a morte do aiatolá Ali Khamenei em ataque israelense, com ameaça de sufocar cerca de um quinto do fluxo global de petróleo.
- A afirmação pode indicar impactos significativos para o mercado de petróleo e para os preços internacionais.
- O Comando Central dos Estados Unidos afirmou que o Estreito de Ormuz não está fechado, apesar das declarações iranianas.
- A informação foi veiculada pela Fox News; o CENTCOM não respondeu a um pedido de comentário.
O Comando da Guarda Revolucionária do Irã afirmou nesta segunda que o Estreito de Ormuz está fechado e que navios que tentarem passar seriam incendiados, conforme veiculado pela mídia iraniana. A declaração surge em meio a tensões políticas e militares na região.
Segundo a versão iraniana, a medida ocorre após a morte do líder supremo aiatolá Ali Khamenei, em ataque atribuído a Israel, e seria capaz de sufocar parte do fluxo global de petróleo, elevando preços. As informações destacam impactos no fornecimento global.
O Comando Central dos EUA (CENTCOM) afirmou que o Estreito de Ormuz não está fechado, contrastando com as declarações do Irã. A autoridade militar dos EUA não respondeu de imediato aos pedidos de comentário.
Contexto
A notícia destaca a divergência entre as declarações iranianas e a posição norte-americana sobre a liberdade de navegação na região, de importância estratégica para o abastecimento global. As informações são apuradas pela imprensa internacional.
A produção segue sem confirmação independente sobre as ações no estreito e sobre consequências para rotas petrolíferas, enquanto autoridades dos EUA não se posicionaram oficialmente além da nota de não fechamento.
Reportagem de Jasper Ward em Washington. É proibida a reprodução deste conteúdo.
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