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Mais ataques miram o Irã após ataque dos EUA e Israel que matou líder supremo

Conflito se agrava após a morte do líder supremo; Irã promete ofensiva maciça, com ampla escalada potencial na região

People react as they gather at the Enghelab Square, after Iran's Supreme Leader Ayatollah Ali Khamenei was killed in Israeli and U.S. strikes on Saturday, in Tehran, Iran, March 1, 2026. Majid Asgaripour/WANA (West Asia News Agency) via REUTERS
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  • Israel afirmou ter lançado nova ofensiva contra o Irã, mirando seus sistemas de mísseis balísticos e defesa aérea, após relatos de explosões em Teerã.
  • Horas antes, os EUA e Israel disseram ter atingido o líder supremo iraniano, Ali Khamenei, em ataques coordenados, que o Irã confirmou ter ceifado. O Irã respondeu com ataques de mísseis e drones contra forças americanas e bases na região.
  • O Exército iraniano prometeu a maior operação ofensiva já realizada contra bases dos EUA e de Israel.
  • O secretário-geral da Organização das Nações Unidas pediu cessação imediata das hostilidades, lamentando a oportunidade diplomática perdida.
  • Indicadores sugerem que as negociações falharam: o Irã não estaria disposto a abrir mão de seu enriquecimento de urânio, segundo autoridades americanas, com críticas à atuação de EUA e Rússia/China no Conselho de Segurança.

DUBAI/JERUSALÉM/WASHINGTON — Navios de combate israelenses realizaram nova onda de ataques contra alvos no Irã neste domingo, em meio a incerteza na população iraniana após a morte do líder supremo em ataques coordenados com bases dos EUA e de Israel. A ofensiva acontece dias depois de declarações de ambos os países sobre o decesso de Ayatollah Ali Khamenei.

O pânico se intensificou após o anúncio de que o ataque matou o líder iraniano, segundo a imprensa estatal, enquanto o Pentágono informou que não houve mortos ou feridos entre militares dos EUA. Autoridades americanas disseram que as ações miravam pôr fim à ameaça nuclear e impedir o desenvolvimento de armas.

Paralelamente, o Irã prometeu uma retaliação contundente. A Guarda Revolucionária afirmou que responderia com a maior ofensiva já realizada contra bases dos EUA e de Israel. Tehran também acusou as potências ocidentais de bloquear negociações para limitar o programa nuclear.

No sábado, Irã lançou centenas de mísseis e drones contra forças dos EUA na região e contra alvos em Israel e em países árabes aliados, provocando cancelamentos de voos na região. Em resposta, Israel confirmou ataques matutinos direcionados a sistemas de defesa e mísseis balísticos iranianos.

As autoridades iranianas afirmam que o objetivo é defesa própria frente a agressões. O embaixador iraniano nas Nações Unidas descreveu os ataques como resposta a agressões e pediu apoio à auto-defesa, defendendo alvos militares de forças hostis.

Em Nova York, o secretário-geral da ONU pediu cessar-fogo imediato. Antonio Guterres afirmou que a oportunidade de diplomacia foi desperdiçada e reiterou a necessidade de evitar nova escalada na região.

O grupo extremista do Irã temia o fechamento do Estreito de Hormuz, ressaltando o impacto potencial sobre o preço do petróleo mundial. Analistas destacam que, mesmo com perdas significativas, não está claro se a morte de Khamenei derrubará o sistema clerical ou o controle da Guarda Revolucionária.

Antes dos atentados, havia negociação em curso entre Washington e Teerã sobre o programa nuclear. Entidades internacionais e países membros da ONU criticaram o uso da força para impor condições, enquanto Washington e Tel Aviv insistiram na dissuasão de enriquecimento de urânio.

No fim de semana, quedas de investidas diplomáticas se acentuaram. Pressões para evitar maior ruptura entre as potências globais permanecem, com o mundo observando os desdobramentos na maior área estratégica do planeta.

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