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Trump volta a envolver os EUA em guerra sem autorização do Congresso

Trump lança ataque a Irã sem autorização do Congresso, reabindo o debate sobre uso da força e reação dos legisladores e da opinião pública

Trump, durante su discurso grabado a la nación, en la madrugada de este sábado.
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  • ataque conjunto dos EUA com Israel contra o Irã ocorreu na madrugada, sem autorização do Congresso nem apoio da opinião pública, com objetivo de forçar mudança de regime.
  • o Capitolio tinha, na semana seguinte, uma votação para impedir ataques sem consulta ao Congresso; autoridades anunciaram a iminência da ofensiva aos líderes do Congresso.
  • republicanos contrários, como Thomas Massie, pediam votar para proibir ações sem consulta; no Senado, Tim Kaine apresentou resolução similar e pediu reunião imediata para barrar o uso das forças armadas contra o Irã.
  • entre os apoiadores estavam Lindsey Graham, que elogiou a operação e disse que seria eficaz; outros republicanos também defenderam a intervenção.
  • Trump divulgou um vídeo gravado no Truth, com discurso retomando a defesa da ofensiva contra o Irã; críticas destacam falta de objetivo claro e de justificativa perante o Congresso e a opinião pública.

Donald Trump lançou um ataque conjunto dos Estados Unidos com Israel contra o Irã, sem autorização do Congresso nem apoio claro da opinião pública. A ofensiva ocorreu durante a madrugada, segundo informações oficiais, com o objetivo declarado de forçar uma mudança de regime.

O episódio coloca o país novamente em uma situação de guerra sem a chancela parlamentar. O予定 era que o Congresso votasse, na próxima semana, uma resolução para impedir ataques unilaterais contra o Irã. O governo não solicitou a aprovação formal para a ação.

Segundo relatos, o ataque foi realizado enquanto grande parte do Congresso estava em recesso. O secretário de Estado informou líderes da Câmara de Representantes e do Senado sobre a ofensiva iminente, ainda que não houvesse autorização expressa.

Entre os primeiros a reagir, parlamentares republicanos criticaram a operação, enquanto outros membros defenderam mais resistência de Washington antes de qualquer escalada. O debate ganhou fôlego no Capitolio nas últimas horas.

Lideranças republicanas próximas ao presidente mostraram apoio à ação, com elogios à suposta eficácia da operação. Em contrapartida, democratas pediram que as deliberações sobre o uso de força militar sejam feitas pelo Legislativo.

No Senado, o senador Tim Kaine apresentou uma proposta para impedir o uso de tropas sem consultoria ao Congresso, chamando a votação de urgente. Outros membros do partido consideraram essencial debater o tema sob condições formais.

A Casa Branca sustenta que a ofensiva responde a ameaças iminentes do regime iraniano e visa proteger a segurança dos Estados Unidos. A liderança americana aponta que a medida foi necessária para enfrentar um histórico de ataques.

Enquanto isso, negociações entre Washington e Teerã continuaram em Baku e Genebra, com delegações tentando evitar uma escalada maior. Fontes oficiais destacam que os próximos dias devem esclarecer objetivos e caminhos diplomáticos.

A operação, batizada pela imprensa como uma ação de grande escala, intensifica o histórico atrito entre EUA e Irã. Analistas indicam que a reação internacional pode variar conforme a evolução dos conflitos regionais e as respostas do Congresso.

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