- Melania Trump vai presidir uma sessão do Conselho de Segurança das Nações Unidas na segunda-feira, com a pauta Children, Technology, and Education in Conflict.
- O governo dos EUA informou que será a primeira vez que uma primeira-dama em exercício comanda o Conselho de Segurança.
- A decisão é apresentada como ato incomum, gerando debates sobre o significado para a credibilidade da ONU e do multilateralismo.
- Críticos veem a medida como parte de tensões entre a administração Trump e instituições internacionais, em meio a episódios envolvendo relações dos EUA com organismos globais.
- O contexto inclui discussões sobre financiamentos da ONU e propostas como o “Board of Peace” ligado à atuação dos EUA no conflito de Gaza.
Melania Trump irá presidir uma sessão do Conselho de Segurança da ONU, em um marco considerado inusitado para uma primeira-dama dos EUA. O evento ocorre na segunda-feira, com foco no tema Crianças, Tecnologia e Educação em Conflito. A sessão será realizada na sede das Nações Unidas, em Nova York, durante a presidência rotativa do Conselho. A informação foi anunciada pela Casa Branca.
Segundo a comunicação oficial, este será o primeiro momento em que uma primeira-dama em exercício assume a condução de uma reunião do Conselho. A notícia gerou reações diversas entre diplomatas, que avaliam impactos na credibilidade de instituições multilaterais e na agenda de cooperação internacional liderada pelo Conselho.
Analistas lembram históricos de alinhamentos da administração com o UN system e discutem possíveis leituras sobre a escolha de Melania Trump. A gestão anterior já havia modificado vínculos com organismos internacionais, e a decisão atual é observada como sinal de posicionamento político externo.
O foco do encontro envolve proteção de crianças em contextos de conflito, acesso à tecnologia segura e educação em cenários de violência. A sessão pode reunir representantes de diversos estados-membros para debater políticas, financiamento e cooperação técnica.
Ao longo dos últimos meses, o governo dos EUA tem mantido uma posição de questionamento sobre o papel de organizações multilaterais. A discussão no Conselho de Segurança ocorre em meio a críticas sobre a atuação do país em temas como Gaza, segundo relatos de veículos de imprensa.
Especialistas destacam ainda a importância de manter a reunião sob o formato tradicional do Conselho, com participação de membros permanentes e rotativos, para evitar desvio de funções. A presença de Melania Trump no cargo é vista por alguns como um experimento de diplomacia pública, sem precedentes formais.
Fontes: The Guardian, NPR, AP, CNN.
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