- O romancista James Meek retorna a Kyiv, saindo de um trem noturno, carregando memórias de sua vida na cidade há três décadas.
- Ele encontra uma cidade mudada, em meio a uma luta pela sobrevivência no inverno rigoroso.
- Meek revisita áreas onde costumava fazer compras e o mercado, pontos que recordam sua passagem pela cidade.
- Em uma construção onde morava, ele vê um sexto andar sem aquecimento, sem eletricidade e sem elevador.
- Em meio ao frio, o centro continua belo em tom de neve, com relatos de moradores como Alla, 79 anos, em suas casas.
James Meek, romancista britânico, desembarcou de um trem noturno em Kyiv, trazendo memórias de três décadas. Ao chegar, encontrou uma cidade transformada e lutando pela sobrevivência.
O relato de Meek, feito para o Guardian, mostra bairros que mudou muito desde sua última passagem. O autor revisita áreas de antigas compras e ruas onde viveu, agora marcadas por escassez de serviços.
O período fotografado ocorre em fevereiro de 2026, com Kyiv coberta de neve e cenários de impacto da crise local. Ele percorre a cidade acompanhado por imagens que destacam o impacto humano.
Cidade sem aquecimento nem elevadores em prédios de moradia evidencia o cotidiano de quem ainda vive ali. Em diários visuais, moradores relatam dificuldades de moradia e de infraestrutura.
Entre as cenas, destacam-se uma mulher idosa em seu apartamento, uma livraria e um mercado que antes era próspero. Os registros também mostram espaços públicos vazios, refletindo a atual conjuntura.
Meek permanece em Kyiv para compreender como a cidade, ainda bela no inverno, tenta manter a normalidade frente aos desafios recentes. O material combina memória pessoal e observação urbana.
Mudanças em Kyiv
- Fotografias de uma cidade que convive com falta de aquecimento, energia e condições urbanas precárias.
- Visitas aos pontos considerados familiares pelo escritor, hoje marcados pela transformação.
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