- Ataques realizados por EUA e Israel atingiram o complexo de Ali Khamenei em Teerã, além de alvos militares e de defesa aérea no Irã; objetivo declarado é derrubar o regime.
- Explosões ocorreram em várias cidades iranianas, incluindo Teerã, Isfahan, Kermanshah e Qom, com centenas de alvos atingidos em ondas diferentes desde a manhã.
- O Irã respondeu com mísseis balísticos e drones contra Israel, EUA e bases na região, envolvendo Jordânia, Kuwait, Bahrein, Qatar, Emirados Árabes e Arábia Saudita.
- Um ataque resultou em ferimentos em Abu Dhabi e Dubai, e há relatos de mortos em Minab, no sul do Irã, com danos civis significativos.
- Observa-se que a força de reação do Irã pode diminuir em dias, enquanto os EUA mantêm capacidade de ampla ofensiva com porta-aviões, sem indicação de invasão terrestre, e o Irã busca manter o controle interno e retaliação limitada.
O ataque coordenado entre EUA e Israel atingiu alvos no Irã, começando pela manhã. O objetivo foi atingir instalações militares e, de forma contundente, o eventual objetivo de derrubar o regime, com foco inicial em locais estratégicos em Teerã. O plano também envolveu ataques a sistemas de defesa antiaérea e bases regionais, sob a justificativa de resposta a agressões anteriores.
O principal alvo foi o complexo do líder supremo Ali Khamenei, em Teerã, cuja violência do ataque gerou fumaça visível em imagens compartilhadas. Fontes militares descrevem operações em várias cidades, incluindo Isfahan, Kermanshah e Qom, com ondas de bombardeio que buscaram surpreender as defesas iranianas.
As Forças Armadas iranianas responderam com mísseis balísticos e drones contra Israel, EUA e bases aliadas na região, atingindo territórios em Jordânia, Kuwait, Bahrein, Catar, EAU e Arábia Saudita. O padrão de retaliação elevou o risco de escalada regional, envolvendo também o Reino Unido, que forneceu apoio aério para parceiros.
Especialistas indicam que a vantagem inicial parece favorecer as forças dos EUA e de Israel, com dezenas de aeronaves envolvidas. O Irã, por outro lado, sofre perdas civis severas em áreas atingidas por ataques terrestres e aéreos, além de danos a infraestrutura, como escolas.
A marinha dos EUA posicionou-se com dois grupos de porta-aviões na região, aumentando o potencial de missões contínuas. Em resposta, o Irã tem mobilizado capacidades de resposta rápida e redes de comando para manter o controle interno, ainda que o regime enfrente pressão externa.
Autoridades no Irã sinalizam que a ofensiva pode durar dias, com objetivo de manter a capacidade de retaliação enquanto tenta preservar a estabilidade interna. Observadores destacam a falta de apoio claro de aliados regionais para a ofensiva.
Segundo analistas, a guerra pode evoluir com tentativas de bloqueio do estreito de Hormuz, controlando rotas de comércio de petróleo. Pequenas ações no Golfo já mobilizaram navios mercantes e alertas de segurança para navios comerciais na região.
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