- Bombas de Estados Unidos e Israel começaram a cair sobre alvos militares, infraestruturas e cidades do Irã, incluindo Teerã, provocando alerta generalizado.
- Em Teerã, as vias de saída ficaram congestionadas; muitos tentam fugir em direção ao norte, em direção ao mar Cáspio, enquanto o acesso à internet oscila.
- Um ataque com mísseis a uma escola primária de meninas em Minab, no sul do país, deixou pelo menos oitenta e cinco mortos, segundo a agência Tasnim.
- O Serviço Nacional de Segurança pediu que a população deixe as grandes cidades; escolas e universidades foram fechadas e o acesso à internet permanece limitado.
- Pessoas dizem estar se preparando para dias de ataques, com itens de sobrevivência; há relatos de apoio a ações militares por parte de alguns, enquanto outros criticam o regime e buscam proteção.
Horas de incerteza pairam sobre o Irã após ataques com mísseis atribuídos a Israel e aos EUA atingirem alvos militares, infraestruturas do regime e cidades. Em Teerã, o pânico levou moradores a buscar esclarecimentos e planos de saída, enquanto parte da população acalmava-se em casa.
Em Teerã, ruas de saída da cidade ficaram congestionadas conforme moradores tentavam deixar a capital, com a maioria buscando o norte em direção ao mar Cáspio. O acesso à internet oscilou ao longo do dia, dificultando a comunicação entre familiares e veículos de comunicação.
No Irã, escolas e universidades foram fechadas a pedido das autoridades de segurança nacional, que orientaram o deslocamento da população para fora das grandes cidades. As famílias relataram interrupções no serviço de internet e dificuldades de contato com parentes.
Impactos locais e respostas da população
Relatos de moradores apontam que ataques atingiram também o leste de Teerã, onde ficam instalações militares, nucleares e de mísseis. O aeroporto de Mehrabad, além de ministérios estratégicos, também foram mencionados como alvos pelos eventos em curso.
Algumas pessoas descreveram cenas de correria para sacar dinheiro e abastecerem-se de combustíveis, enquanto outras reforçaram residências com materiais simples de proteção. Em cidades do interior, parte da população expressou apoio à resposta armada, citando a necessidade de defesa.
Observadores destacam a continuidade de tensão, com relatos de danos significativos em estruturas militares e de segurança, além de ações de resposta que incluem bloqueios de internet e suspensão temporária de serviços de comunicação para a população.
Em cidades do oeste, moradores relataram quedas de energia e interrupções de comunicação com familiares de outras regiões, aumentando a sensação de vulnerabilidade. Autoridades enfatizam a continuidade de operações de defesa e o monitoramento da situação em tempo real.
O cenário permanece de alta alerta, com autoridades mantendo vigilância sobre eventuais novas ações e a população buscando formas de proteção enquanto o ciclo de ataques segue instaurado no território iraniano.
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