- A Agência Internacional de Energia Atômica (Aiea) informou que, apesar da escalada de conflitos no Oriente Médio, não foram detectados sinais de impacto radiológico na região.
- A Aiea pediu moderação nos ataques e retaliações entre os países envolvidos.
- Israel lançou um ataque contra o Irã pela manhã e declarou estado de emergência “especial e imediato” em todo o país, segundo a Reuters; o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou grandes operações de combate para defender o povo norte-americano.
- O Irã disparou mísseis contra países árabes do Golfo.
- A Aiea acompanha a situação de perto e afirmou não haver evidências de impacto radiológico; negociações entre Irã e Estados Unidos haviam sido retomadas na quinta-feira para buscar solução diplomática.
A Agência Internacional de Energia Atômica (Aiea) informou neste sábado que, apesar da escalada de conflitos no Oriente Médio, não foram detectados sinais de impacto radiológico na região. O organismo pediu moderação nos ataques e retaliações entre os países envolvidos.
Israel realizou um ataque contra o Irã na madrugada de hoje, segundo a Reuters. O governo israelense declarou estado de emergência especial e imediato em todo o país, ampliando a tensão na região.
O Irã, por sua vez, disparou mísseis contra países árabes do Golfo, elevando o risco de desdobramentos regionais. A Aiea afirmou monitorar de perto a situação e manter contato com as autoridades locais, sem verificar até o momento impactos radiológicos.
Situação atual e próximos passos
A Aiea reiterou que não há evidências de impactos à segurança nuclear até o momento e pediu contenção para evitar riscos à população. O órgão acompanha os desdobramentos com observação contínua de instalações e atividades sensíveis na região.
Na quinta-feira anterior, Irã e Estados Unidos retomaram negociações com o objetivo de buscar uma solução diplomática para a disputa sobre o programa nuclear iraniano. As autoridades dos EUA, de Israel e de outros países ocidentais defendem que o programa pode visar armas nucleares; o Irã nega.
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