- O rei Harald, de 89 anos, teve alta hospitalar em Tenerife após infecção cutânea e segue de férias com a rainha Sonia.
- A popularidade da monarquia caiu para 60% em pesquisa da NRK, o menor índice da tradição norueguesa, 10 pontos abaixo do mês anterior.
- O escrutínio público aumenta com a controvérsia sobre Mette-Marit e Jeffrey Epstein, com a princesa admitindo falta de juízo sobre o caso entre 2011 e 2014.
- O filho de Mette-Marit, Marius Borg Høiby, é alvo de trinta e oito acusações; ele não faz parte da linha direta de sucessão, mas foi criado na família real.
- Apesar da queda na popularidade da princesa, o rei Harald recebe aprovação alta (9,2 de 10) e a rainha Sonia, 8,6; especialistas discutem o impacto na estrutura da monarquia e o papel dos príncipes.
O rei Harald de Noruega, 89 anos, recebeu alta de um hospital em Tenerife após tratamento por uma infecção cutânea. Ele permanece de licença médica e deve continuar as férias com a esposa, a reina Sonja.
A monarquia enfrenta seu menor índice de popularidade nacional. Uma sondagem da NRK aponta 60% de apoio, queda de 10 pontos em relação ao mês anterior. A relação de Mette-Marit com Jeffrey Epstein é citada como fator decisivo.
Desempenho da monarquia em queda
A imprensa aponta a menor transparência de Mette-Marit, que manteve contato com Epstein entre 2011 e 2014, mesmo sabendo da condenação dele por indução de menor à prostituição. Em 2019, a princesa reconheceu falta de juízo.
Entre janeiro e fevereiro deste ano, Mette-Marit apresentou uma desculpa formal aos soberanos. Paralelamente, o filho do casal, Marius Borg Høiby, enfrenta um processo com 38 acusações, incluindo violação e maus-tratos.
A família reinante também tem seus abalos. Haakon, herdeiro, tem 29 anos; Mette-Marit não integra a linha direta de sucessão. A disputa pública envolve a forma como o título é utilizado pela família.
Repercussões políticas e impactos
O debate sobre a monarquia persiste na Assembleia Nacional, com votos a favor da continuidade do sistema. Observadores destacam que o cenário institucional pode se manter estável mesmo com escândalos familiares.
Especialistas ressaltam que a percepção pública está ligada a Martha Luísa, filha mais velha dos reis, e a decisões envolvendo o uso do título real por seus familiares, gerando questionamentos sobre o papel da instituição.
Harald, que mantém alta aprovação entre 9,2 e 9,0 pontos, é visto como fator de estabilidade. A rainha Sonja também recebe aprovação expressiva, enquanto Haakon registra cerca de 7,9 pontos.
Contexto familiar e próximos passos
A família enfrenta dispersão regional: Ingrid Alexandra estuda na Austrália, enquanto Sverre Magnus está na Itália. Em momentos de crise, a instituição é apontada como resistente ao desgaste temporário, com foco no tempo.
Analistas lembram que outras monarquias passaram por fases de desgaste, mas podem retomar apoio público conforme a transparência e as ações da realeza. O governo segue avaliando os próximos passos institucionais.
Marta Luisa de Noruega, mencionada por comentaristas, aparece como exemplo de tensões envolvendo a relação entre a família real e atividades públicas. O tema é citado como indicador de desafios contemporâneos.
A expectativa é de novas explicações da princesa Mette-Marit sobre a relação com Epstein. Enquanto isso, o núcleo familiar permanece sob observação pública, com repercussões na percepção da monarquia.
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