- A ameaça de uma corrida nuclear entre EUA e China aumenta após o término de um tratado com a Rússia.
- Europa avalia se pode manter a dissuasão nuclear sem a proteção dos Estados Unidos, com cooperação mais estreita entre Reino Unido e França.
- Diálogos com a Rússia em Abu Dhabi sugerem abertura para um compromisso que possa beneficiar Kiev.
- A assinatura de um acordo de livre comércio entre a Europa e a Índia é aguardada, mostrando opções fora das duas grandes potências.
- A postura expansionista de Donald Trump é citada como fator que fragiliza a segurança global, mesmo com retratações pontuais.
A competição entre as grandes potências volta a ganhar contornos de disputa tecnológica e estratégica. O fim de um tratado com a Rússia é apontado como um fator que alimenta a tensão nuclear entre EUA e China, elevando preocupações sobre uma possível corrida armamentista. Analistas destacam que a instabilidade no equilíbrio de segurança afeta alianças e negociações globais.
Além disso, a Europa avalia como manter a dissuasão nuclear sem depender dos EUA, enquanto coopera mais estreitamente com França e Reino Unido. Em negociações com a Rússia, feitos em Abu Dhabi, há sinais de busca por compromissos que reduzam o risco de escalada no continente.
Europa
Britânicos e franceses ampliam cooperação estratégica sob a ótica de reforçar capacidades de defesa. Pesquisas indicam que acordos comerciais com Índia podem servir de resposta econômica a pressões de Washington e Pequim. Medidas de contenção servem para evitar vulnerabilidades em cenários de tensão com grandes potências.
Abordagens de paz também surgem como possibilidade de frear o conflito na região. Dialogar com Moscou em vias diplomáticas pode criar condições para avançar em um cessar-fogo e acordos humanitários, segundo analistas. A rejeição de soluções unilaterais permanece como linha de orientação.
Asia
Pela primeira vez em 54 anos, não há pandas no Japão, sinalizando deterioração das relações com a China. Observadores apontam que isso reflete mudanças na matriz de alianças e no conteúdo das negociações regionais. A China mantém posição firme em áreas de segurança e comércio.
Líderes globais questionam, ainda, por que a Europa enfrenta críticas externas com frequência. A explicação mais recorrente aponta para interessem domésticos nos EUA, na China e em outros polos de poder, que moldam a retórica externa. A região asiática continua no centro de debates sobre equilíbrio estratégico.
Meio Oriente & África
Há expectativa sobre uma possível ofensiva dos EUA contra o Irã, com sinais de que Washington pode negociar, embora haja ceticismo sobre a sinceridade de tais declarações. A diplomacia busca esclarecer objetivos de segurança regional e evitar escaladas.
Enquanto isso, o Ocidente e a Ucrânia intensificam ações para limitar a influência de forças russas, inclusive buscando reduzir receitas de petróleo associadas ao esforço de guerra. Movimentos diplomáticos e operacionais indicam uma estratégia coordenada para pressionar o adversário.
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