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Ex-primeiro-ministro tunisiano Larayedh é condenado a 24 anos em caso jihadista

Ex-primeiro-ministro tunisiano Ali Larayedh é condenado a 24 anos por facilitar viagens de jihadistas à Síria, em meio a tensões políticas

Ali Larayedh, senior official of Tunisia's Islamist opposition party Ennahda, arrives for questioning in Tunis
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  • O ex-primeiro-ministro tunisiano Ali Larayedh foi condenado a 24 anos de prisão por facilitar viagens de tunisianos para a Síria nos últimos dez anos.
  • O veredicto envolve Larayedh e outros sete réus, incluindo ex-funcionários do Ministério do Interior, conforme a agência estatal TAP.
  • Larayedh, que está detido desde 2022, afirmou durante o julgamento que é inocente e pediu clemência, podendo recorrer da condenação e da pena.
  • O caso ocorre em meio a críticas do partido Ennahda, que vê motivação política na ação e relaciona-a a um suposto aperto contra a dissidência após a tomada de poder do presidente Kais Saied em 2021.
  • Após a Revolução de 2011, centenas de tunisianos teriam viajado para se juntar a grupos islâmicos na Síria, no Iraque e na Líbia; Ennahda sempre negou envolvimento.

Ali Larayedh, ex-primeiro-ministro da Tunísia, foi condenado a 24 anos de prisão por facilitar viagens de tunisianos para a Síria nas últimas décadas. A informação foi divulgada pela imprensa estatal na sexta-feira, em Tunis.

O caso envolve Larayedh, que liderou o governo de 2013 a 2014, e outros sete réus, incluindo ex-funcionários do Ministério do Interior. O tribunal também apurou acusações relacionadas à mobilização de combatentes.

A decisão ocorreu enquanto Larayedh permanece detido desde 2022. Ele pode recorrer tanto da condenação quanto da pena, segundo a agência TAP.

Contexto político e regional

O caso ocorre em meio a críticas de oposição islamista ao governo. O grupo Ennahda classifica o processo como motivado politicamente e parte de um aperto a dissidência após o presidente Kais Saied assumir amplos poderes.

Depois da Revolução de 2011, centenas de tunisianos viajaram para Síria, Iraque e Líbia para apoiar grupos extremistas, o que alimentou debate sobre responsabilidades de governos anteriores.

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