- Pesquisas mostram o bloco de esquerda, liderado pela primeira-ministra Mette Frederiksen, chegando perto da maioria no parlamento dinamarquês (cento e setenta e nove assentos), com 87–88 cadeiras em dois levantamentos.
- O bloco de direita, liderado pelo ministro da Defesa Troels Lund Poulsen, aparece com 73–77 cadeiras; quatro cadeiras vêm de Groenlândia e Ilhas Faroe, que podem ser decisivas em uma disputa acirrada.
- A eleição, marcada para 24 de março, pode definir se Frederiksen recebe apoio pela soberania dinamarquesa sobre a Groenlândia e pela liderança internacional, ou se sofre críticas à condução doméstica.
- O debate entre líderes destacou divergências sobre a proposta de taxação de fortunas para financiar educação e bem-estar; oposicionistas criticaram, enquanto defensores argumentam que reduziria desigualdades.
- A popularidade de Frederiksen subiu de 17% em dezembro para 20,8% e 21,8% nos dois levantamentos; na eleição de 2022, o Partido Social-Democrata recebeu 28%.
O bloco de esquerda liderado pela primeira-ministra Mette Frederiksen aproxima-se de uma maioria no Parlamento em Copenhague, segundo pesquisas divulgadas antes das eleições de 24 de março. A sondagem indica que a esquerda pode obter 87-88 cadeiras das 179 existentes.
A liderança de Frederiksen aparece mais próxima de ampliar o espaço do bloco de esquerda, enquanto o grupo de direita, encabeçado pelo ministro da Defesa Troels Lund Poulsen, é projetado com 73-77 cadeiras. Greenland e Faeroé entram na conta.
Parágrafo sem subtítulo: O Parlamento conta com quatro assentos provenientes de Greenland e Faeroé, áreas que costumam abster-se de política doméstica, mas podem influenciar o resultado final.
Cenário eleitoral e coalizões
As sondagens sugerem fim de quase quatro anos de governo de coalizão entre Social Democrats, Liberal Party e Moderates, que perdeu o apoio necessário para manter a maioria. O novo pleito pode redirecionar o eixo político.
Debate sobre imposto sobre riqueza
O primeiro debate entre lideranças enfatizou a proposta de Frederiksen de criar um imposto de riqueza para financiar educação e bem-estar. Opposiçāo criticou a medida como desnecessária, enquanto defensores veem impacto na redução de desigualdades.
Apoio a Frederiksen recuado em dezembro, com recuperação para cerca de 20-22% nas duas pesquisas, diante do desempenho de 28% na eleição de 2022. O resultado da votação pode confirmar ou alterar a configuração parlamentar.
Fontes
Reporter: Stine Jacobsen; Edição: Nivedita Bhattacharjee. Reuters.
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