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Primeiro-ministro albanês demite deputado em investigação de corrupção

Primeiro-ministro da Albânia demite a vice Belinda Balluku em meio a investigação de corrupção sobre licitações de 2021, enquanto oposição protesta

Anti-government protest in Tirana
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  • O primeiro-ministro albanês, Edi Rama, demitiu a vice-primeira-ministra Belinda Balluku, alvo de acusações de manipular licitações.
  • O Escritório Especial de Perseguição de Corrupção e Crimes Organizados (SPAK) indiciou Balluku em dezembro por suposta interferência na concessão de dois contratos de construção em 2021, avaliados em mais de € 200 milhões.
  • O parlamento deve votar até 5 de março para retirar a imunidade de Balluku, o que permitiria a prisão pela SPAK.
  • Balluku nega irregularidades; Rama a manteve na posição por meses e realizou uma reformulação de sete cargos no governo.
  • A oposição realizou protestos e a União Europeia mantém pressão, destacando que o combate à corrupção é crucial para a candidatura da Albânia ao bloco até 2030.

O primeiro-ministro albanês Edi Rama demitiu nesta quinta-feira a deputada Belinda Balluku, que enfrenta acusações de manipular licitações públicas. Balluku integra o governo desde 2013, exercendo os cargos de vice-primeira-ministra e ministra de Infraestrutura. A demissão ocorre em meio a investigações que alimentam protestos da oposição.

A Balluku foi indiciada em dezembro pela SPAK, a Procuradoria Especial para Combate à Corrupção e à Criminalidade Organizada, sob a suspeita de interferência na concessão de dois contratos de construção em 2021, avaliados em mais de 200 milhões de euros. A promotoria aponta irregularidades no processo licitatório.

Uma audiência no Parlamento deve decidir, em 5 de março, se a imunidade de Balluku será cessada, permitindo a prisão pela SPAK. A Albânia busca entrada na União Europeia até 2030 e enfrenta pressão do bloco para ampliar o combate à corrupção.

Rama justificou as mudanças no governo como parte de uma reforma que já envolve sete pastas, incluindo defesa e assuntos estrangeiros. O premiê não apresentou explicação específica para a decisão de demitir Balluku, segundo comunicado enviado pela assessoria de imprensa do governo.

Balluku, criticada por setores da oposição, sempre negou qualquer irregularidade. Ela era vista como uma possível sucessora de Rama, o que intensifica o efeito político do episódio sobre a liderança do Executivo. O maior partido de oposição, a do Democratic Party, organizou protestos nas últimas semanas.

Os protestos já deixaram confrontos entre manifestantes e forças de segurança, com feridos relatados. Em meio à crise, autoridades da União Europeia disseram acompanhar de perto a situação e destacaram a importância do combate à corrupção para o avanço da Albânia na agenda de adesão.

Fonte: Reuters

Nota: Texto reescrevido com base no conteúdo fornecido, evitando repetições e mantendo o estilo informativo e neutro.

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