- William teria pressionado o rei Charles III e a falecida rainha Elizabeth II para banir o príncipe Andrew após a entrevista de 2019 à BBC.
- Segundo o autor real Russell Myers, William considerou um “red line” não pedir desculpas pelas relações de Andrew com Jeffrey Epstein nem reconhecer o trauma das vítimas.
- Myers afirma que, se fosse rei, William tomaria medidas para manter Andrew completamente fora da cena pública e da família.
- Andrew foi despojado de títulos e funções no ano anterior devido aos vínculos com Epstein; ele nega ter conhecido Virginia Giuffre e admitiu que a mansão de Epstein em Nova York era um local conveniente para ficar, além de ter fechado ações por abuso sexual no passado.
- O ex-príncipe foi preso em dezenove de fevereiro, aos setenta e oito anos, sob suspeita de repassar informações de viagens a Epstein; investigações também tratam de suposta exploração de uma mulher no Reino Unido.
Prince William teria pedido a Charles III e à falecida Elizabeth II que expulsassem o príncipe Andrew após a entrevista de 2019 à BBC, na qual o ex-príncipe defendeu sua relação com Jeffrey Epstein. A informação é apresentada por autor real que cita fontes próximas à família.
Segundo o relato, William ficou visivelmente contrariado ao ver o programa Newsnight, com explicações consideradas inadequadas sobre a amizade com Epstein, condenado por crimes sexuais. O jovem príncipe teria marcado uma linha vermelha ao não reconhecer o trauma das vítimas.
Conforme o autor, William afirmou aos pais que Andrew deveria ser banido tanto do público quanto da família real, para evitar danos à instituição. A reportagem aponta que Charles III, na época herdeiro, precisava orientar a resposta oficial.
Andrew, hoje sem títulos e com direitos cerimoniais restritos, esteve envolvido em acusações relacionadas a Epstein, que faleceu em 2019. O relato vincula a tendência de afastar Andrew a uma estratégia para conter danos à imagem da monarquia.
A história ressalta que William, caso governasse, adotaria medidas para manter Andrew longe da esfera pública e das funções oficiais. A suposição de que ele apoiaria ações mais firmes contrasta com a posição atual da instituição.
Repórteres indicam que a entrevista de 2019 foi um marco, abrindo espaço para debates sobre responsabilização de membros da família. A narrativa também cita o peso de acusações envolvendo Epstein e a continuidade de investigações em curso.
Andrew foi removido de funções públicas e de títulos no ano passado, após divulgar informações sobre seu relacionamento com Epstein. O ex-príncipe também comentou sobre uma foto com Virginia Giuffre, negando ter visto a imagem como prova de encontros.
A reportagem descreve que, em 2022, Andrew chegou a firmar um acordo de 12 milhões de dólares com Giuffre em processo de abuso sexual, episódio que ainda alimenta controvérsias sobre o caso. A reportagem aponta que o acordo ocorreu dois anos antes da morte de Giuffre.
As informações citadas indicam que a polícia britânica investiga, entre outros relatos, se Epstein teria traficado uma mulher para o Reino Unido com o objetivo de encontros com Andrew. A possível condenação do ex-príncipe pode acarretar pena de prisão.
As fontes oficiais não se pronunciaram de imediato sobre o conteúdo, e não há confirmação pública de que a linha de conduta sugerida por William tenha sido adotada pela família. A cobertura permanece com foco em apuração e contexto histórico.
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