Em Alta NotíciasFutebolPolíticaBrasilEsportes

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Trump usa discurso do estado da União para aumentar pressão sobre o Irã

Trump usa discurso do estado da União para ampliar pressão sobre o Irã, afirmando intenções de desenvolver mísseis e exigir retirada de sanções

Donald Trump, este martes en el Capitolio, en Washington.
0:00
Carregando...
0:00
  • O presidente Donald Trump abriu o discurso do estado da União elogiando o “domínio” dos EUA no hemisfério ocidental e mencionando a captura de Nicolás Maduro como um de seus feitos.
  • Trump voltou a pressionar o Irã, acusando o país de buscar mísseis intercontinentais; anunciou que novas negociações ocorrem em Genebra e ressaltou que Washington não permitirá que o Irã tenha arma nuclear.
  • O líder americano destacou o uso de força contra narcotráfico na região e afirmou ter colaborado com o México na operação contra o chefe do cartel, conhecido como El Mencho.
  • O discurso enfatizou que há maior presença militar dos EUA no Oriente Médio, com o maior agrupamento de navios desde a invasão do Iraque em 2003.
  • Em relação à Europa, Trump destacou o compromisso da OTAN de elevar o gasto militar a cinco por cento do produto interno bruto até 2035 e mencionou, de forma breve, os esforços para encerrar a guerra na Ucrânia.

Trump usa discurso do Estado da União para aumentar pressão sobre Irã e enfatiza domínio americano no Hemisfério

O presidente dos Estados Unidos aproveitou o discurso no Capitólio para reafirmar a política externa de sua gestão, destacando supostos avanços no hemisfério e lançando nova sinalização de desgaste contra o Irã. O tom foi de autopromoção, com menções a ações anteriores no continente.

Durante a fala, Trump enfatizou a atuação dos Estados Unidos em Caracas e citou operações que, segundo ele, reforçam a segurança nacional. Ele também mencionou a presença de forças americanas no exterior e o papel de aliados na condução de políticas de defesa e segurança.

Pressão sobre o Irã

O discurso trouxe novas referências às ações iranianas, com afirmações de que Teerã busca ampliar seu arsenal de mísseis e desenvolver capacidades intercontinentais. A fala ocorreu em meio a rumores de uma possível ofensiva militar, ainda sem confirmação formal de planos.

Espera-se que o tema iraniano seja discutido em uma rodada de negociações em Genebra, com participação de mediadores de Omã e representantes iranianos. Segundo relatos, Teerã deve apresentar uma proposta envolvendo enriquecimento de urânio com limites, em troca da suspensão de sanções.

Contexto militar e diplomático

Relatórios indicam que um terço dos submarinos e navios de guerra dos EUA estaria mobilizado no Oriente Médio, configurando o maior rede de operações desde 2003. A administração tem reiterado a busca por soluções diplomáticas, apesar do tom de pressão.

O presidente afirmou que não tolerará o acesso iraniano a armas nucleares, ao mesmo tempo em que ressaltou apoio diplomático aos negociadores Witkoff e Kushner, presentes na audiência. Também mencionou a continuidade do acompanhamento de programas civis no Irã.

Outros destaques do discurso

Trump citou operações recentes contra organizações criminosas na região, apresentando-as como parte de uma estratégia para reduzir a violência e o tráfico de drogas. Em relação à Venezuela, o presidente destacou apreensões de líderes de grupos ligados ao narcotráfico e reforçou o alinhamento com autoridades locais.

O discurso também abordou a cooperação com aliados europeus e o aumento do orçamento de defesa da OTAN para 2035. Em específico, o presidente ressaltou que o apoio europeu tem contribuído para o fortalecimento de capacidades de resposta conjunta.

América e cenário regional

O presidente enfatizou que os Estados Unidos atuam para defender interesses nacionais na região, citando a violência, o narcotráfico e a presença de cartéis. Também mencionou a cooperação com México em ações de combate ao crime organizado, associando resultados a operações conjuntas entre países.

No dia anterior, autoridades mexicanas anunciaram a morte de um líder de cartel, evento incorporado ao discurso como exemplo de cooperação regional. A menção gerou reação entre aliados e opositores, sem transformar o tema em ponto central da narrativa.

Perspectivas internacionais

O discurso incluiu breves referências à atuação na Ucrânia, com a ressalva de que ações são conduzidas sob o guarda-chuva da OTAN e com apoio internacional. O tom foi de autoafirmação sobre a liderança americana em questões estratégicas, sem detalhar planos concretos.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais