- A partir de quarta-feira, visitantes de 85 países precisam obter a permissão eletrônica de viagem, conhecida como ETA, antes da viagem ao Reino Unido, sob pena de não embarcar.
- A ETA custa 16 libras e deve ser adquirida online por quem não precisa de visto para entrar no país.
- O sistema foi lançado em 2023 e ampliado para visitantes europeus em abril do ano passado, mas só passa a ser obrigatório a partir de 25 de fevereiro.
- Cidadãos britânicos e irlandeses, incluindo pela dupla cidadania, bem como quem tem direito de morar no Reino Unido, estão isentos da ETA.
- As companhias aéreas vão impedir o embarque de quem não apresentar a ETA ou outra documentação válida, segundo o governo.
O Reino Unido vai tornar obrigatório, a partir de quarta-feira, que visitantes de 85 países obtenham uma autorização de viagem eletrônica, a ETA, antes de viajar. Caso contrário, não poderão embarcar. O objetivo é reforçar a segurança das fronteiras.
A ETA deve ser adquirida online, por 16 libras. Quem não precisa de visto ainda poderá solicitar a permissão. A medida foi criada em 2023 e foi expandida aos turistas europeus em abril do ano passado, porém não era estritamente aplicada.
A partir de 25 de fevereiro, viajar ao Reino Unido exige ETA, eVisa ou outra documentação válida, informou o Ministério do Interior. Cidadãos britânicos e irlandeses, incluindo duais, têm isenção.
O ministro da migração, Mike Tapp, afirmou que a ETA integra o esforço para tornar a fronteira mais segura e o serviço mais eficiente para visitantes e o público britânico.
Contexto europeu: em outubro, a UE iniciou a implementação do sistema de verificação de fronteiras para cidadãos britânicos, o EES, que substitui carimbos por registros digitais. O Reino Unido deixou a UE formalmente em 2020.
Especialistas apontam que a adoção do EES pode causarem atrasos em aeroportos durante a transição, com impactos esperados até a Páscoa. O governo britânico destaca a integração gradual como garantidora de segurança.
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