- Julio Iglesias abriu uma ação de conciliação contra Yolanda Díaz, vice-presidenta do governo da Espanha, por tê-lo chamado de “abusador sexual” em redes sociais e entrevistas.
- Os advogados do cantor afirmam que Díaz fez declarações injuriosas, atribuindo a Iglesias a condição de abusador e mencionando supostas trabalhadoras em regime de escravidão.
- A ação funciona como etapa previa para eventual queixa por calúnia ou injúria; Iglesias pede retratação, reconhecimento do dano e indenização pelos danos causados.
- As acusações remetem a denúncias feitas por duas ex-funcionárias do cantor, cuja queixa foi arquivada pela Fiscalía da Audiencia Nacional por falta de competência.
- O texto também traz contatos de apoio a vítimas de violência e serviços de emergência, como o 016, o 112 e a ANAR.
Julio Iglesias abriu uma demanda de conciliação contra Yolanda Díaz, vice-presidente do Governo da Espanha, por afirmações feitas nas redes sociais e em entrevistas sobre acusações de agressões sexuais feitas por duas ex-funcionárias. O caso envolve a ministra do Trabalho e o cantor, que busca reparação prévia para eventual ação por calúnia ou injúria.
Segundo os advogados de Iglesias, Díaz fez manifestações injuriosas ao atribuir diretamente ao cantor o rótulo de abusador sexual, além de mencionar condições de trabalho degradantes. A peça legal cita que as acusações vêm acompanhadas de uma estrutura de poder associada à agressão permanente.
A conciliação é o passo inicial necessário antes de uma eventual ação por danos morais. Iglesias solicita retratação pública, reconhecimento do dano causado e indenização correspondente ao alcance da difusão das declarações injuriosas.
Contexto jurídico
A defesa de Iglesias sustenta que as declarações de Díaz atingem a honra do artista e podem justificar medidas legais adicionais caso não haja retratação. A ação tramita em meio a denúncias anteriores, incluindo uma que chegou a ser arquivada pela Fiscalia da Audiencia Nacional por falhas de competência.
Para informações de apoio a vítimas, serviços públicos e canais de denúncia aparecem disponíveis: 016, 112 e números de emergência variam por região. Em caso de emergência, ligue 112; contatos de apoio podem ser acessados por autoridades competentes.
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