- França planeja dissolver três grupos de extrema-direita e um de extrema-esquerda após a morte do ativista de direita Quentin Deranque, de 23 anos, em Lyon, no dia 14 de fevereiro.
- A decisão foi anunciada por uma fonte do governo que participou de uma reunião organizada pela presidência na última terça-feira, sem identificar os grupos.
- A morte, ocorrida em meio a confrontos entre militantes de esquerda suspeitos e extremistas de direita, acirrou as tensões políticas no país.
- Desde 2016, o governo já fechou dezenove grupos de extrema-direita e cinco de extrema-esquerda, segundo a fonte.
- Autoridades estimam que mais de cinco mil pessoas estejam vinculadas a esses grupos na França.
A França planeja dissolver três grupos de ultradireita e um grupo de ultrala esquerda após a morte de um ativista de direita, Quentin Deranque, 23 anos, em confronto com supostos militantes de esquerda em Lyon, no dia 14 de fevereiro. A decisão foi anunciada por uma fonte do governo, que participou de uma reunião organizada pela presidência na terça-feira, sem citar os nomes dos grupos.
A reunião ocorreu em meio à comoção nacional gerada pelo episódio, visto como um marco de fortes divisões políticas. A fonte afirmou que as medidas visam reduzir a atuação de organizações extremistas no país.
Desde 2016, o governo já fechou 19 grupos de direita e 5 de esquerda, segundo a fonte. Autoridades indicaram que mais de 5 mil pessoas são identificadas como integrantes de grupos extremistas na França.
Medidas anunciadas
As informações destacam que a dissolução dos grupos será acompanhada de ações legais e de alinhamento institucional para prevenir novos incidentes, conforme apurado pela reportagem. A avaliação sobre impactos e detalhes operacionais não foram divulgadas.
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