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Estado da União pode ser a melhor chance de Trump apresentar planos sobre o Irã

Discurso no State of the Union oferece a Trump chance de persuadir eleitores sobre planos para Irã, em meio a ceticismo e riscos de conflito

U.S. President Donald Trump raises his fist as he leaves at the end of an event to honor "Angel Families" who have lost family members to crimes committed by people in the country illegally, at the White House in Washington, D.C., U.S., February 23, 2026.
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  • Atração da State of the Union de terça-feira oferece a o presidente Donald Trump a chance de convencer eleitores a apoiar ataques contra o Irã por razões do programa nuclear.
  • Assessores pediram foco em economia, imigração e outras pautas domésticas, ao discursar diante da Câmara.
  • Ato ocorre em meio a grande movimentação de forças militares e preparativos para um conflito que poderia durar semanas caso Teerã não chegue a um acordo.
  • Trump disse que prefere um acordo, mas, se não houver acordo, será “um dia muito ruim” para o Irã e seu povo.
  • Enviados e aliados republicanos resistem a críticas sobre a escalada, enquanto opositores democratas lembram que o Irã já foi objeto de acordos diplomáticos anteriores.

Washington, 24 fev (Reuters) – A fala do Estado da União desta terça-feira oferece a Donald Trump uma oportunidade nacional de TV para convencer eleitores céticos de apoiar possíveis ataques contra o Irã, em resposta ao programa nuclear do país.

O objetivo é mobilizar apoio entre eleitores diante de uma ofensiva militar potencial, enquanto autoridades orientam o presidente a manter foco em economia, imigração e outras pautas domésticas ao falar diante da Câmara dos EUA às 21h (02h GMT de quarta-feira).

Os preparativos para o discurso ocorreram em meio a uma alta mobilização militar no Oriente Médio e a uma tensão crescente com o Irã, que poderia se estender por semanas caso não haja acordo sobre o programa nuclear.

Contexto de segurança

Na véspera, Trump minimizou dúvidas entre membros de sua administração sobre a opção de guerra, dizendo ter a decisão final e que preferiria um acordo, mas sinalizando consequências duras caso não haja entendimento.

O esforço de Trump desde a campanha tem apoiado políticas de “America First” e a promessa de encerrar períodos de conflitos longos, como ocorreu com intervenções no Iraque e no Afeganistão, segundo relatos próximos à Casa Branca.

Pelo menos parte da bancada republicana sustenta a estratégia de pressão, enquanto pesquisas sugerem dificuldades para manter a maioria no Congresso diante de novos embates sobre o Irã.

Desdobramentos e posicionamentos

O governo ressalta que o Irã, com uma população de cerca de 93 milhões, representa um desafio militar mais intenso que potenciais ações contra outros adversários regionais.

Observadores destacam que o atual momento envolve riscos políticos e estratégicos, com o envio de força militar reforçada e avaliações de tempo de resposta de Teerã caso as negociações não avancem.

Entre as vozes críticas, o senador Tim Kaine afirmou que o caminho de Trump para a guerra parece retornar a uma estratégia já descartada pelo diplomacy anterior, que limitava o programa nuclear iraniano.

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