- A Venezuela solicitou à Organização das Nações Unidas a libertação imediata do presidente Nicolás Maduro Moros e de sua esposa, a primeira-dama Cilia Flores, perante o Conselho de Direitos Humanos.
- Maduro foi capturado em uma operação militar dos Estados Unidos em 3 de janeiro, em Caracas, e levado a Nova York; eles enfrentam julgamento por tráfico de drogas.
- Após o ataque, Delcy Rodríguez assumiu o poder, abriu negociações com a indústria petrolífera e anunciou uma anistia geral em 19 de fevereiro, além de ordenar o fechamento da prisão de Helicoide.
- 1.500 pessoas apresentaram pedidos de anistia; 65 já foram libertadas plenamente nos últimos três dias, segundo a ONG Foro Penal.
- Organizações de direitos humanos criticam a lei de anistia por não abranger casos de militares, entre outras críticas, e persiste a greve de fome de presos em Rodeo I.
Na ONU, a Venezuela pediu a libertação imediata de Nicolás Maduro e da primeira-dama Cilia Flores, afirmou o chanceler Yván Gil perante o Conselho de Direitos Humanos. O país sustenta que Maduro é o presidente constitucional e requerida a atuação do governo dos EUA.
Segundo o chanceler, a Venezuela luta contra ações que, na sua leitura, visam fragilizar o governo eleito. O governo venezuelano afirma que as sanções e pressões externas afetam serviços públicos e direitos humanos no país.
Maduro foi capturado em uma operação militar dos Estados Unidos ocorrida em 3 de janeiro, com bombardeios em Caracas e regiões vizinhas. A esposa do presidente também foi detida, segundo relatos, e ambos enfrentam julgamento em Nova York por alegações de tráfico de drogas.
Delcy Rodríguez assumiu o poder após o ataque, deslocando relações com Washington. O governo venezuelano destaca que houve reversão de tensões, abertura de negociações com aliados internacionais e medidas internas de gestão pública.
1.500 pedidos de anistia entraram na Justiça, segundo o presidente do Parlamento, Jorge Rodríguez. A ONG Foro Penal informou que 65 pessoas tiveram liberdade plena nos últimos três dias.
A lei de anistia, promulgada há três dias, é vista por organizações de direitos humanos como insuficiente e excludente. Casos de militares e questões no Rodeo I permanecem sob avaliações e denúncias.
Paralelamente, a Justiça venezuelana manteve o foco em processos por crimes de direitos humanos, com impactos na posição internacional do país. Organizações de defesa afirmam que a anistia não abrange todos os casos relevantes.
Na perspectiva do governo, os direitos humanos não devem servir de instrumento político nem depender de alinhamentos ideológicos. O chanceler ressaltou compromisso com instituições e reformas nacionais para fortalecer o Estado.
Para os familiares, começou a expectativa de novas liberações em meio a protestos e comemorações em diferentes penitenciárias. A Cruz Vermelha acompanhou visitas a várias unidades prisionais para avaliar condições.
O governo anunciou ainda a reforma da prisão de Helicoide, com projetos de transformar o local em centro social e esportivo para a polícia, conforme declaração do ministro das Obras Públicas.
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