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Nova Gales do Sul antecipa retorno de mulheres e filhos ligados ao ISIS

NSW se prepara para eventual retorno de onze mulheres e 23 crianças ligadas ao Estado Islâmico, com resposta policial firme e educação para as crianças

Unidentified women move through the Roj camp in eastern Syria where family members of suspected Islamic State militants are held.
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  • Nova sul da Austrália prepara-se para a possível volta de 11 mulheres e 23 crianças ligadas a combatentes do grupo ao território do estado, se permitido deixar o acampamento de refugiados de Roj.
  • O premiê Chris Minns disse que o estado tem mantido conversas com o governo federal desde o fim de 2025, com expectativa de resposta policial firme caso ocorram retornos.
  • As autoridades tentaram sair do acampamento na semana passada, mas foram impedidas pelas autoridades sírias; há debates entre governo federal e oposição sobre a repatriação.
  • Minns afirmou que haverá apoio educacional para as crianças se elas retornarem a NSW e ressaltou a gravidade da situação para os menores.
  • Enquanto isso, houveram ordens de exclusão temporária para uma mulher do grupo e relatos de violência no acampamento, com negociações internacionais em curso sobre o que acontecerá se houver retorno.

O governo de New South Wales se prepara para a possível vinda de mulheres e crianças ligadas ao extremismo do grupo que combateu no Oriente Médio. Segundo informações, 11 mulheres e 23 crianças fazem parte do grupo e aguardam a saída do campo de refugiados de Roj, na Síria.

As autoridades estaduais dizem que a transição depende da autorização das autoridades sírias e de acordos com o governo federal. O premier Chris Minns afirmou que as trinta pessoas foram objeto de discussões entre NSW e órgãos federais desde o fim de 2025, com expectativa de resposta firme de aplicação da lei.

A saída do acampamento foi tentada na semana passada, mas foi bloqueada por autoridades sírias. Minns destacou que não havia simpatia por pessoas adultas que saíram do país para lutar no Oriente Médio, mas manifestou preocupação com o bem-estar das crianças presas em situação de risco.

Contexto operativo

Minns lembrou que agências do governo de NSW vêm dialogando com o governo federal desde o fim do ano passado sobre possíveis chegadas da Síria, em especial de refugiados de campos. A linha é oficial entre os órgãos, com foco no que ocorreria se houver retorno ao estado.

O premier sinalizou que, em eventual retorno, NSW já possui leis robustas aplicáveis a qualquer pessoa que deixe a Austrália para se insurgir em grupos terroristas. Segundo ele, os cidadãos australianos esperam que a lei seja cumprida nesses casos.

Posição de governo federal e oposição

A oposição federal tem defendido regras para impedir o retorno do grupo, apontando falhas em políticas de passaporte, enquanto o governo diz não oferecer ajuda ou repatriação. A discussão envolve o Passport Act, que regula a emissão de passaportes a cidadãos australianos.

Minns também disse que o estado ofereceria serviços educacionais às crianças, caso retornassem. Ele afirmou estar preocupado com o destino dos menores e com as consequências de não agir diante da situação.

Contexto político e operacionais

O líder da oposição, Angus Taylor, sinalizou planos de apresentar projeto de lei para tornar crime facilitar a reentrada de pessoas ligadas a organizações terroristas. A proposta, segundo ele, visa impedir o retorno de indivíduos que deixaram a Austrália para apoiar o extremismo.

A diretoria da Save the Children ressaltou a necessidade de abordagem baseada em evidências e valores, rejeitando retórica política dura de ambos os lados. A organização pediu cuidado na condução do tema, enfatizando a proteção de crianças envolvidas.

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