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Ucrânia condena pressão de Hungria e Eslováquia na disputa energética

Ucrânia condena a ‘chantagem’ energética de Hungria e Eslováquia; explosões em Kyiv e Lviv deixam mortos e feridos; Kyiv busca nova rodada de negociações

In Paris on Saturday, people marched from Place de la République to Place de la Bastille in support of Ukraine in its war with Russia.
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  • A diplomacia ucraniana condenou o que chamou de “ultimatums e chantagem” de Hungria e Eslováquia, após ameaças de interromper o fornecimento de eletricidade caso Kyiv não restabeleça o fluxo de óleo russo; Hungria também ameaçou bloquear um empréstimo de 90 bilhões de euros.
  • O abastecimento de petróleo russo para Hungria e Eslováquia está interrompido desde de vinte e sete de janeiro, após um suposto ataque com drone na infraestrutura ocidental da Ucrânia; as duas nações acusam Kyiv de atrasar a retomada, sem apresentar evidências. O gasoduto Druzhba continua sendo uma rota chave para ambos os países.
  • Explosões abalaram Kyiv na madrugada de domingo, com alertas de possível ataque e defesa antimíssil em ação; autoridades pediram que a população busque abrigo e não filme operações em curso.
  • Em Lviv, houve explosões na noite anterior que resultaram na morte de uma policial e feriram pelo menos quinze pessoas; autoridades locais classificaram o ocorrido como ato de terror.
  • Ex-primeiro-ministro Boris Johnson recomendou que o Reino Unido e aliados da Europa enviem tropas não combatentes para a Ucrânia como demonstração de apoio, em entrevista à BBC.

O Ministério das Relações Exteriores da Ucrânia condenou o que chamou de ultimatos e chantagem promovidos por Hungária e Eslováquia, após os dois países ameaçarem interromper o fornecimento de eletricidade para Kyiv. A medida ocorreria caso Kyiv retomasse o fluxo de petróleo russo. Hungráquia também ameaçou bloquear um empréstimo de € 90 bilhões.

Desde 27 de janeiro, o envio de petróleo russo para Hungrátria e Eslováquia foi interrompido, segundo Kyiv. A Ucrânia alega que a suspensão é resultado de um ataque de drone na infraestrutura de oleoduto no oeste do país. Bruxelas não confirmou as alegações, e as duas partes acusam a outra de retardar a retomada.

Explosões em Kyiv e Lviv

Explosões abalaram Kyiv na madrugada de domingo, com alerta de possível ataque. Autoridades pediram abrigo e disseram que defesas aéreas atacaram drones sobre a região. Não houve relatos imediatos de vítimas, segundo informações oficiais.

Na véspera, Lviv registrou explosões que deixaram uma policial morta e pelo menos 15 feridos. A prefeitura descreveu o episódio como ato de terror, ocorrendo após uma tentativa de assalto a uma loja no centro. O prefeito Andriy Sadovy confirmou as 15 ocorrências médicas.

Reações internacionais

O ex-primeiro-ministro britânico Boris Johnson disse que o Reino Unido e aliados devem enviar tropas não combatentes para a Ucrânia, para mostrar apoio à soberania. A sugestão foi feita em entrevista à BBC, citada por veículos neste domingo.

Na atual ofensiva, Kyiv afirmou ter atingido uma fábrica de mísseis na Rússia, ferindo 11 pessoas, segundo autoridades da região de Udmurt. O Exército ucraniano confirmou o uso de mísseis FP-5 Flamingo contra a planta de Votkinsk. A Rússia informou suspensão de voos em aeroportos próximos.

Protestos e mobilização

Cerca de 2 mil pessoas manifestaram-se em Paris, em apoio à Ucrânia, no sábado. Os participantes pediram confisco de ativos russos congelados e defenderam a continuidade do apoio ocidental. Parlamentares europeus destacaram apoio contínuo à Ucrânia, segundo relatos da imprensa.

Mensagem de Zelenskyy

Volodímir Zelenskiy afirmou que existem oportunidades reais para encerrar a guerra com dignidade e pediu nova rodada de negociações. Após reuniões em Genebra, ele sinalizou encontros entre líderes já neste fevereiro, com a Ucrânia preparada para discutir questões-chave em formato de liderança.

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