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RAI pede desculpas após nova falha que mirou equipe israelense de bobsleigh

A RAI oferece desculpas após comentário fora de ar que citou a equipe israelense, alegando violar imparcialidade; investigação interna é aberta

Milano Cortina 2026 Olympics - Bobsleigh - 4-man Heat 1 - Cortina Sliding Centre, Cortina d'Ampezzo, Italy - February 21, 2026. Adam Edelman of Israel, Menachem Chen of Israel, Uri Zisman of Israel, Omer Katz of Israel in action during Heat 1.
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  • A RAI pediu desculpas à comunidade judaica após uma fala fora do ar sugerindo evitar a equipe israelense antes da prova de bobsleigh quattro homens no evento de inverno.
  • O incidente ocorreu durante a transmissão dos Jogos Olímpicos de Inverno, em Milão e Cortina d’Ampezzo 2026.
  • O chefe da divisão esportiva da RAI já havia renunciado no início da semana após uma narração polêmica na cerimônia de abertura, que gerou revolta entre os jornalistas.
  • O CEO Giampaolo Rossi classificou o episódio como uma violação grave de imparcialidade, respeito e inclusão e disse que houve abertura de inquérito interno para apurar responsabilidades.
  • O conselho de administração da RAI condenou a fala, pediu desculpas aos atletas, à comunidade judaica e aos telespectadores que se sentiram ofendidos.

O grupo estatal de televisão italiano RAI pediu desculpas à comunidade judaica após uma falha de transmissão em que um comentário fora de contexto sugeriu evitar a equipe israelense. O trecho foi exibido antes da cobertura do evento de bobsleigh quatro homens durante os Jogos de Inverno em Milão-Corteira 2026.

A nota oficial aponta que o incidente configura uma violação grave dos princípios de imparcialidade, respeito e inclusão. A empresa abriu uma sindicância interna para identificar responsabilidades e possíveis sanções disciplinares.

O episódio ocorre após a renúncia do chefe da divisão de esportes da RAI, ocorrida no mesmo mês, em meio a críticas a uma transmissão da cerimônia de abertura. Jornalistas da emissora questionaram a credibilidade da empresa diante dos erros.

Giampaolo Rossi, CEO da RAI, descreveu o ocorrido como um desvio grave dos padrões institucionais. Ele reiterou que a investigação interna visa apurar fatos e responsabilizar nqueles envolvidos.

O conselho de administração da RAI também contestou a fala, classificando-a como inaceitável. O colegiado dirigiu um pedido de desculpas à comunidade judaica, aos atletas citados e a todos os telespectadores ofendidos.

A entidade que representa os jornalistas da RAI, Usigrai, havia apontado que a abertura da cerimônia de Milão Cortina prejudicou a credibilidade da empresa. O grupo destacou erros de identificação de locais e figuras públicas em coberturas anteriores.

A RAI é a maior organização de mídia da Itália, com atuação em televisão, rádio e plataformas digitais. A repercussão interna reforça a necessidade de padrões mais rigorosos de neutrality em coberturas esportivas internacionais.

A instituição reiterou que manterá informados os desdobramentos da apuração e eventuais medidas administrativas serão comunicadas aos públicos. A cobertura do evento olímpico segue sob responsabilidade da emissora pública.

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