- O presidente francês, Emmanuel Macron, pediu calma antes das marchas deste sábado em memória de um ativista de ultradireita morto na semana passada.
- Macron afirmou que haverá reunião na próxima semana com o primeiro-ministro e ministros relevantes sobre grupos violentos.
- Segundo ele, na República não há espaço para violência ou milícias; o governo está em alerta para que as passeatas ocorram sem incidentes.
- As marchas lembram Quentin Deranque, de 23 anos, que foi espancado até a morte em uma luta gravada em vídeo.
- A maior caminhada deve ocorrer em Lyon, às 15h, com estimativa de 2 mil a 3 mil participantes; outras maiores ocorrem em várias cidades francesas.
Emmanuel Macron pediu calma antes das manifestações previstas para este sábado, em memória de um ativista de direita morto na semana passada. O governo está em alerta para assegurar a ordem durante as marchas, afirmou o presidente na abertura do Salon de l’Agriculture em Paris.
O chefe de Estado anunciou que se reunirá na próxima semana com o Primeiro-Ministro e ministros relevantes para tratar de ações contra grupos violentos, reforçando que na República não há espaço para milícias. A intenção é coordenar respostas e prevenir incidentes.
As passeatas são realizadas em memória de Quentin Deranque, 23 anos, que morreu após agressão captada em vídeo, chocando a França. Autoridades avaliavam riscos de confrontos entre grupos rivais, com foco especial em Lyon, onde ocorreu o homicídio.
Desdobramentos e dados
A maior marcha está prevista para as 15h em Lyon, cidade onde Deranque foi morto e onde há concentração de grupos de extrema direita e antifascistas, segundo a imprensa local. O Ministério do Interior estima entre 2.000 e 3.000 participantes.
Haverá também protestos menores em várias cidades do país, com organizadores buscando manter o caráter pacífico dos atos. Fontes oficiais destacam que a prioridade é evitar confrontos e garantir a segurança de moradores e participantes.
Observações finais
Autoridades reforçaram que todas as informações sobre horários e locais podem sofrer alterações conforme a condição de segurança pública. O acompanhamento dos desdobramentos continuará sendo feito pelas forças de segurança e pelo governo. A divulgação foi feita com base em informações da Reuters.
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