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Trump viajará à China para encontro com Xi Jinping de 31 de março a 2 de abril

Trump viaja a Pequim de 31 de março a 2 de abril para tratar da prorrogação da trégua tarifária e de Taiwan, em meio à tensão comercial

El presidente de Estados Unidos, Donald Trump, este viernes en un desayuno con los gobernadores de los Estados del país.
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  • Trump viajará a Pequim entre 31 de março e 2 de abril para se reunir com o presidente Xi Jinping.
  • A visita foca na continuidade da trégua tarifária entre Estados Unidos e China e em questões sobre Taiwan.
  • O objetivo é evitar uma escalada de tarifas e manter uma relação econômica estável entre as duas potências.
  • Em dezembro, Washington autorizou venda de armamento a Taiwan no valor de 11,1 bilhões de dólares; China avisou sobre a soberania chinesa sobre Taiwan.
  • A reunião ocorre após a Suprema Corte ter anulado parte dos aranceles globais impostos por Trump, o que pode restringir a margem de manobra em negociações futuras.

Trump fará viagem a Pequim entre 31 de março e 2 de abril para reunião com Xi Jinping, em meio a tentativas de manter uma frágil relação bilateral.

A viagem marca a primeira visita de um presidente dos EUA à China desde 2017. O objetivo é reforçar entendimentos econômicos entre as maiores economias do mundo e evitar nova escalada de tarifas.

Principais temas a tratar incluem a continuidade da trégua tarifária firmada no ano passado e a abordagem da situação de Taiwan, que permanece como ponto sensível na relação.

Tregua e diálogo

A agenda envolve manter estável a trégua de tarifas entre Washington e Pequim, buscando evitar ações unilaterais que elevem custos para ambos os lados.

A imprensa internacional aponta que o encontro pode também discutir caminhos para futuras compras de produtos agrícolas e o uso de ferramentas regulatórias de cada país.

Taiwan e armamentos

O tema Taiwan surge como prioridade, com a China ressaltando sua soberania e pedindo prudência aos EUA em venda de armas para Taipéi.

Entre os acordos recentes, Washington autorizou vendas de armamentos a Taiwan no valor de bilhões de dólares, o que reforça a tensão na região.

Contexto político e econômico

Trump sinalizou, ao retornar a Washington, tratar de futuras vendas de armamentos a Taiwan, sem entrar em detalhes sobre prazos ou valores.

A China, por sua vez, mantém posição firme sobre a unificação e advertiu sobre os riscos de intervenções externas na região.

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