- Andrew Mountbatten-Windsor, 66 anos, foi detido no Reino Unido sob suspeita de conduta imprópria no serviço público, relacionado ao seu papel como envio comercial, e liberado em investigação após interrogatório sobre suposto compartilhamento de material confidencial com Jeffrey Epstein.
- A prisão não envolve denúncias de abuso sexual; ela decorre de investigações sobre conduta ligada a Epstein e a divulgação de emails associados ao caso.
- Partidos e surviventes nos Estados Unidos cobram responsabilização de pessoas ligadas a Epstein e sugerem que Mountbatten-Windsor preste depoimento nos EUA.
- Legisladores destacam a necessidade de tornar públicos os arquivos de Epstein; o representante Thomas Massie associou a ação ao projeto Epstein Files Transparency Act e pediu atuação do governo federal.
- Pesquisadores e sobreviventes elogiam o avanço no Reino Unido e pedem continuidade da responsabilização internacional; o ex-presidente Donald Trump classificou a prisão como “uma vergonha” e “muito triste”.
Andrew Mountbatten-Windsor foi detido, nesta quinta-feira, no Reino Unido, sob suspeita de conduta imprópria no serviço público. A prisão ocorreu após investigações relacionadas a emails ligados a Jeffrey Epstein e ao seu papel como enviado comercial britânico. Ele foi liberado sob investigação no mesmo dia.
A ação ocorre após revelações de mensagens que teriam relação com Epstein, o banqueiro condenado. Mountbatten-Windsor nega qualquer crime relacionado a Epstein, e a polícia informou que a prisão não envolve acusações de abuso sexual.
Reação internacional evidencia cobrança por responsabilização. Diversos legisladores dos EUA solicitaram que autoridades britânicas respondam às implicações transatlânticas e que casos ligados a Epstein recebam escrutínio mais amplo.
Parlamentares republicanos e democratas nos EUA destacaram o andamento do caso como indicador de transparência. Alguns defendem que o Departamento de Justiça norte-americano e o FBI atuem com maior celeridade em investigações relacionadas a Epstein.
Entre os apoiadores estão representantes que disseram ter pressionado pela divulgação de arquivos do caso Epstein. Eles afirmam que a prisão no Reino Unido mostra um avanço na responsabilização de figuras associadas ao caso.
Survivors de Epstein também reagiram, ressaltando que a detenção pode abrir caminho para novas ações judiciais e para a responsabilização de outras pessoas ligadas à rede de exploração.
O tema ganhou espaço em entrevistas e declarações públicas, com comentários sobre cooperação transatlântica e sobre a necessidade de avanços consistentes em ambos os lados do Atlântico.
Paralelamente, autoridades americanas foram apontadas como alvo de cobranças por maior transparência na divulgação de arquivos. Juristas e famílias de vítimas enfatizam que a justiça deve ser independente do país em que ocorreu o crime.
Ressalta-se que as investigações no Reino Unido continuam em curso. O setor da diplomacia britânica reforça o compromisso com a legalidade e com o devido processo, sem julgar antecipadamente qualquer resultado.
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