- O Departamento de Estado dos EUA afirmou que acompanha de perto o caso de um ativista francês de extrema-direita morto por supostos militantes de esquerda radical, sugerindo enquadramento como terrorismo.
- A Agência de Combate ao Terrorismo do Departamento de Estado disse ter visto sinais de “radicalismo violento de esquerda” em ascensão e que os responsáveis devem ser punidos.
- A subsecretária de Estado, Sarah B. Rogers, escreveu que a democracia permite apoiar diferentes opiniões, mas que a violência política é tratada como terrorismo.
- Não houve resposta oficial do Departamento de Estado nem do Ministério das Relações Exteriores da França.
- O caso, ocorrido em Lyon após confrontos entre grupos de esquerda e direita, tem influenciado o debate político na França e o relacionamento com os EUA.
O Departamento de Estado dos EUA informou que acompanha de perto o caso de um ativista francês de extrema direita morto após confrontos com militantes de esquerda radical, em Lyon. A autoridade sugeriu que o episódio pode ser tratado como terrorismo. A notícia foi veiculada nesta semana.
O Bureau de Combate ao Terrorismo do Departamento de Estado disse estar monitorando o caso e, em publicação na rede social X, citou o aumento do radicalismo violento de esquerda como ameaça à segurança pública. A expectativa é de que os responsáveis sejam levados à justiça.
Por meio de uma postagem, a subsecretária de Estado, Sarah B. Rogers, afirmou que observa de perto a situação. O texto reiterou que a violência política é tratada com rigor pelos EUA.
Investigação e impactos políticos
Procuradores indicaram que seis pessoas estão sob investigação por homicídio, enquanto um ex-assistente de um parlamentar do Partido de Esquerda France Unbowed (LFI) é acusado de conivência por instigação. Os desdobramentos legais estão em curso.
Analistas apontam que o caso pode alterar o cenário político francês, enfraquecendo o LFI e fortalecendo a frente nacional, antes das eleições presidenciais do próximo ano. O episódio também alimenta um choque diplomático entre Macron e a primeira-ministra italiana Meloni.
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