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Câmara baixa da Argentina aprova reforma trabalhista e envia ao Senado para votar

Câmara baixa da Argentina aprova reforma trabalhista, enviada ao Senado para votação final, após greve de sindicatos que paralisou partes do país

Members of Argentina's Senate attend a session to discuss labor reforms proposed by President Javier Milei's libertarian government to attract investment and revive growth, as unions say it would roll back workers' rights, in Buenos Aires, Argentina February 12, 2026. REUTERS/Cristina Sille
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  • A Câmara baixa do Congresso argentino aprovou na madrugada de sexta-feira uma reforma trabalhista defendida pelo presidente Javier Milei, mesmo com greve nacional de sindicatos contrários.
  • A votação na casa ocorreu após o Senado já ter aprovado o texto na semana anterior.
  • O projeto recebeu 135 votos a favor e 115 contra.
  • Depois de receber algumas modificações, o texto voltará ao Senado para a votação final.
  • A paralisação dos sindicatos afetou o funcionamento de parte do país durante a mobilização.

A Câmara dos Deputados da Argentina aprovou nesta sexta-feira um projeto de reforma trabalhista defendido pelo presidente libertário Javier Milei. A mudança é polêmica e recebeu forte oposição de sindicatos.

O plenário aprovou o texto com 135 votos favoráveis e 115 contrários. O projeto já havia passado pelo Senado na semana anterior, após alterações, e agora retorna para votação final na Casa alta.

Segundo a base do governo, as mudanças visam atrair investimentos e impulsionar o crescimento econômico. Trabalhistas, porém, afirmam que as alterações reduzem direitos de trabalhadores.

O acordo entre governo e aliados ocorreu mesmo diante de uma greve geral realizada por sindicatos em várias regiões do país. O desfecho definitivo depende de novo aval do Senado.

A votação ocorre em Buenos Aires, com a contagem acompanhada de perto por setores empresariais e trabalhistas. A tramitação completa ainda depende de formalidades constitucionais para virar lei.

Fonte: agência Reuters. Reportagem de Nicolas Misculin; texto de Daina Beth Solomon; edição de Christian Schmollinger.

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