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Trump volta a se opor ao plano britânico sobre as Ilhas Chagos

Trump volta a se opor ao acordo das Ilhas Chagos após o Reino Unido bloquear uso de Diego Garcia para possível ataque ao Irã

Donald Trump speaking at a rally
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  • Donald Trump voltou a se opor ao acordo sobre as Ilhas Chagos, alegando que o Reino Unido não permite o uso de suas bases para um ataque preventivo ao Irã.
  • O plano envolve transferir a soberania das ilhas para Maurícia em troca do uso da base aérea de Diego Garcia e de instalações britânicas e americanas.
  • Em mensagem nas redes sociais, Trump vinculou o acordo à possibilidade de uso de Diego Garcia e da base de Fairford para conter um suposto ataque do Irã.
  • Fontes do governo britânico entenderam essa posição como motivo para recuar novamente no apoio ao acordo, já que bases no Reino Unido dependem da autorização do governo britânico.
  • O projeto de lei que formaliza o acordo deve retornar à Câmara dos Lordes em semanas, com o governo e a oposição buscando apoio externo para viabilizá-lo.

Donald Trump voltou a se opor ao acordo sobre as Ilhas Chagos, após o Reino Unido se recusar a permitir o uso de suas bases aéreas para um possível ataque preventivo contra o Irã. A informação foi apurada pela imprensa britânica.

O presidente dos EUA afirmou, em redes sociais, que o então líder do Partido Trabalhista, Keir Starmer, estaria cometendo um grande erro ao ceder a soberania das ilhas a Mauritius, em troca do uso contínuo da base de Diego Garcia pelos dois países.

Além disso, Trump insinuou a possibilidade de utilizar Diego Garcia e o aeródromo de Fairford, no Reino Unido, para neutralizar um eventual ataque de um regime instável, ligando a manobra a atividades militares contra o Irã.

Desdobramentos políticos

As fontes do governo britânico destacam que a oposição de Trump tende a minar a aprovação do acordo, cujo texto está em análise no Parlamento britânico. O objetivo é que a proposta avance sem depender de mudanças na posição dos EUA.

No Reino Unido, a conversa entre Starmer e Trump manteve o foco na situação regional do Irã, sem menção direta à controversa primeira etapa do acordo, segundo a leitura oficial de Downing Street.

Contexto parlamentar

Espera-se que o projeto de lei sobre o acordo retorne à Câmara dos Lordes em breve, após ter tido atraso devido às dúvidas sobre o alinhamento com a posição americana. Caso não seja aprovado até o fim desta sessão, o texto precisará ser reapresentado.

Fontes da oposição e ex-assessores envolvidos no tema indicam preocupação com a viabilidade de aprovação nos próximos dias. A avaliação é de que o avanço depende do apoio americano.

Posicionamento oficial

Um porta-voz do governo britânico informou que o tema é tratado como rotina e não comenta operações. O comunicado reiterou o apoio britânico a uma política que impeça o Irã de desenvolver armas nucleares, enfatizando a prioridade de segurança regional.

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