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Trump mistura diplomacia e bajulação em reunião do conselho pela paz

Trump mistura diplomacia e bajulação na reunião inaugural do Conselho de Paz, elogiando aliados e sinalizando pretensão de superar a ONU

Inaugural meeting of the Board of Peace, in Washington
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  • Líderes mundiais que aceitaram o convite de Donald Trump para o novo Conselho de Paz foram recebidos em Washington com fanfarra e elogios pessoais.
  • Trump apareceu mais convivial do que de costume, elogiando alguns participantes pela aparência, riqueza e força durante o encontro.
  • Gaza é a prioridade do conselho, mas a comunidade internacional viu pouca discussão detalhada sobre o tema na fala inicial.
  • Várias alianças importantes recusaram participar do fórum, criado para reconstrução de Gaza, que pode competir com a Organização das Nações Unidas.
  • O presidente afirmou que o Conselho de Paz pode superar a importância da ONU e mencionou a renomeação do Instituto de Paz por ideia do secretário de Estado.

World leaders que aceitaram o convite do presidente Donald Trump para integrar o seu novo Conselho de Paz foram recebidos em Washington na quinta-feira com flash e elogios pessoais. O encontro ocorreu no contexto de uma tentativa de criar um fórum para resolução de conflitos, com Gaza entre as prioridades iniciais.

Trump exibiu um tom cordial durante o ato, destacando aspectos pessoais dos participantes e comentando a aparência, a riqueza e a força de alguns convidados. Entre os presentes estavam chefes de Estado e o presidente da FIFA, Gianni Infantino, todos sentados ao lado do presidente no palco.

Alguns aliados dos EUA recusaram participar da reunião inaugural do Conselho de Paz, criado em setembro com o objetivo de reconstrução de Gaza. Organizadores sinalizam que o grupo pode, no futuro, disputar visibilidade com as Nações Unidas em temas de paz e mediação.

Antes da reunião, a música de fundo reforçou a cerimônia de lançamento, com uma faixa de 1966 de James Brown. O encontro teve um clima de show, diferindo de fóruns diplomáticos tradicionais, conforme relatos da imprensa.

No discurso de abertura, Trump mencionou que a prioridade do conselho seria Gaza, sem detalhar questões específicas. O presidente também relatou, de forma retórica, pressões passadas sobre alguns países para cessar conflitos, citando, entre outros, a Índia e o Paquistão.

O evento ocorreu em um espaço nomeado em homenagem ao próprio Trump, utilizado pela Secretaria de Estado para a reunião. O mandatário sugeriu que o Conselho de Paz pode superar a influência da Organização das Nações Unidas, sem apresentar dados ou planos operacionais.

Durante a fala, Trump comentou a ideia de renomear a instituição onde ocorreu a reunião, atribuindo ao secretário de Estado, Marco Rubio, a sugestão de surpresa. Não houve divulgações de novas propostas oficiais durante o encontro.

A cobertura da reunião enfatizou a participação de líderes internacionais e a forma como Trump misturou elogios pessoais a uma mensagem de cooperação. A cidade de Washington sediou o encontro, marcado pela presença de representantes de várias nações.

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