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Greve na Argentina altera voos da Latam

Greve na Argentina provoca alterações nos voos da Latam; passageiros devem checar status e podem remarcar sem custo ou obter reembolso

Avião da Latam Airlines decola do Aeroporto de Congonhas. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
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  • A greve geral na Argentina, iniciada nesta quarta-feira (19) e que vai até a meia-noite de quinta (20), provocou alterações nas operações da Latam no país, com voos podendo sofrer mudanças de horário e data.
  • A Latam pediu aos passageiros que verifiquem o status de seus voos antes de ir ao aeroporto e informou que quem for afetado pode remarcar sem custo dentro de um ano ou receber reembolso integral.
  • A medida ocorreu após a notificação formal de adesão dos sindicatos que representam a Intercargo, responsável pelos serviços de rampa em aeroportos argentinos.
  • A greve nacional é promovida pela CGT e protestos criticam a reforma trabalhista aprovada pelo Senado, que pode flexibilizar férias e jornadas de até doze horas.
  • Enquanto isso, exportadores de grãos e derivados já enfrentavam paralisação portuária desde quarta-feira, com impactos na atracação e desatracação de navios na área de Rosário, principal polo agroexportador.

A greve geral na Argentina nesta quarta-feira (19) provocou alterações nas operações da Latam no país, com impactos tanto em decolagens quanto em pousos. A empresa informou que a mudança ocorreu após notificação formal de adesão dos sindicatos que representam a Intercargo, responsável pelos serviços de rampa nos aeroportos argentinos. Voos podem ter horários ou datas alterados, sem cancelamentos obrigatórios.

A Latam recomenda que passageiros verifiquem o status dos voos antes de ir ao aeroporto. Quem for afetado por cancelamentos ou reprogramações pode escolher remarcar sem custo para uma nova data dentro de um ano ou pedir reembolso integral da reserva.

Greve Nacional e impactos

A greve nacional, convocada pela CGT, começou hoje e segue até a meia-noite de quinta-feira (20). O protesto é contra a reforma trabalhista aprovada pelo Senado e pode influenciar atividades logísticas e portuárias no país.

Além da paralisação portuária, exportadores de grãos já registram interrupções desde quarta-feira. Sindicatos marítimos criticam a reforma, que prevê flexibilização de férias e jornadas, e a CGT afirma que a medida ameaça proteções históricas dos trabalhadores.

No polo agroexportador de Rosário, parte das operações de oleaginosas aderiu à mobilização. A Argentina é um dos maiores exportadores mundiais de óleo de soja e farelo, com impactos significativos para a cadeia de suprimentos.

As informações sobre a greve são complementadas por cobertura internacional, com relatos de fontes locais e agências de notícias. A Reuters participou do material informativo utilizado nesta cobertura.

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