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Comissão de Artes Finas dos EUA aprova salão da Casa Branca de Trump

Comissão de Belas Artes aprova o design do salão de baile da Casa Branca, avançando sem nova avaliação, apesar de mais de noventa e nove por cento de comentários contrários

A recent rendering of the East Wing ballroom posted to the National Capital Planning Commission website
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  • A Comissão de Artes Finas (CFA) aprovou os projetos conceitual e final do salão de baile no East Wing da Casa Branca, avançando sem retorno para novas análises, com a votação de seis a zero; um membro se recusa a votar.
  • A decisão ignorou a grande maioria de comentários públicos, apontando que seriam mais de 99% contrários, citando preocupações sobre demolição sem licenças, escala, preservação histórica, transparência de financiamento e processos democráticos.
  • Críticos destacam a demolição sem autorização, a possível desproporção do edifício em relação à Casa Branca e o uso de recursos, defendendo que o caso siga para as vias legais em curso.
  • Alguns apoiadores defendem modernização e competitividade internacional, alegando que o salão poderá acomodar cerca de mil pessoas, melhorar funcionamento de eventos e reforçar a segurança.
  • Membros da CFA e convidados seguiram a favor do projeto, com observações sobre ajustes no design, como a remoção de um frontão triangular, visto como favorable ao equilíbrio visual.

A Comissão de Belas Artes dos EUA aprovou, nesta quinta-feira (19 de fevereiro), o projeto de um grande salão no site do East Wing demolido da Casa Branca. A decisão ocorreu em estágio conceitual e final, adiando nova avaliação, e permitiu que o hall siga para construção sem revisões adicionais. O arquiteto original, James McCrery, tornou-se ausente da votação.

A proposta prevê um salão de festas de alto custo, estimado em até 400 milhões de dólares, ligado a uma remodelação mais ampla da residência presidencial. A decisão ocorreu mesmo diante de milhares de comentários públicos, majoritariamente contrários, recebidos por órgãos oficiais. A secretaria da CFA comentou que a oposição teria ultrapassado 99%.

Segundo a CFA, o volume de manifestação pública questionou a demolição sem licenciamento, a escala do projeto e a transparência de financiamento e contratos. A instituição também citou preocupações com a preservação histórica e com o papel público na revisão de projetos de edifícios e espaços públicos.

Repercussões públicas e posições

Grupos de preservação histórica, como a National Mall Coalition, criticaram a falta de consulta pública e o potencial impacto na paisagem histórica. Em contrapartida, alguns apoiadores defenderam que o novo espaço modernizaria a imagem dos EUA e facilitaría encontros oficiais, com espaços para reuniões, escritório da 1ª-dama, áreas para convidados e segurança.

A CFA indicou que a decisão não deverá retornar para nova avaliação formal. Membros da comissão elogiaram alterações de design, como a remoção de um frontão triangular na extremidade sul do salão, que, segundo eles, equilibra o conjunto. O argumento é de que o projeto manteria a função de sediar eventos com capacidade para cerca de 1.000 pessoas.

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