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Assassinato de militante de ultradireita na França coloca o partido de Mélenchon na mira

Assassinato de militante identitário em Lyon coloca La France Insoumise no centro do debate político antes das eleições municipais

Decenas de personas sujetan una pancarta en protesta por el asesinato de Quentin D., el domingo en la plaza de la Sorbonne, en París.
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  • Quentin D., um jovem de 23 anos nacionalista e católico, morreu no hospital de Lyon após ser agredido numa batalha campal ocorrida durante protesto ligado ao acto da eurodeputada Rima Hassan, da França Insubmisa.
  • A agressão aconteceu junto à Sciences Po; a polícia investiga possível participação de militantes ligados às juventudes do partido de Jean-Luc Mélenchon.
  • Mélenchon nega envolvimento e afirma que o relato do crime foi manipulado; o caso acirra o clima das próximas eleições municipais, marcadas para 15 e 22 de março.
  • Um assistente parlamentar ligado a Raphael Arnault, deputado da França Insubmisa, esteve no tumulto; Arnault teve o acesso à Assembleia Nacional cancelado, e já foi alvo de controvérsia por antecedente policial.
  • O governo, incluindo o presidente Macron e o ministro da Justiça Darmanin, responsabiliza LFI pela escalada de violência, enquanto o Ministério do Interior inclui LFI no registro de organização de extrema esquerda. O caso continua sob apuração.

Quentin D., um jovem de 23 anos ligado ao coletivo identitário Nemesis, morreu no hospital de Lyon após uma batalha campal ocorrida na noite de sábado, 14 de fevereiro. O ataque aconteceu durante protesto em torno de um ato da eurodeputada Rima Hassan, na Université Sciences Po. A Polícia investiga a autoria e as circunstâncias do ocorrido.

A vítima era nacionalista e católica; o caso gerou explosão de desgate político na França e impacta o clima das próximas eleições municipais. Entre os envolvidos, constam militantes de esquerda que teriam participado da agressão na batida de frente, segundo informações preliminares.

Jacques-Elie Favrot, assistente parlamentar de Raphael Arnault, deputado de LFI, foi visto entre os agressores no momento da confusão. Favrot negou ser responsável pelas agressões, via advogado, ao jornal Le Monde, sem confirmar ou negar a presença no local.

Investigação e desdobramentos

O deputado Raphael Arnault teve o acesso à Assembleia Nacional suspenso nesta segunda-feira, elevando o escrutínio sobre a relação entre LFI e grupos de oposição. Arnault é conhecido por já ter histórico policial, o que alimenta controvérsias durante o pleito atual.

O governo reagiu com críticas à França Insumisa, atribuindo responsabilidade pela escalada de violência. O ministro da Justiça, Gérald Darmanin, afirmou que o discurso político tem contribuído para o clima de violência, especialmente em apoios a LFI. O presidente Emmanuel Macron reiterou que o partido está associado à extrema esquerda.

A Secretaria de Estado de Interior registrou LFI como organização de extrema esquerda, decisão que gerou resistência do partido. Há expectativa de novos esclarecimentos por parte do Ministério Público e da polícia sobre autoria e motivação do homicídio.

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