- Trump disse que visitará a Venezuela, mas sem indicar a data ou a agenda exata, durante fala em Fort Bragg, na Carolina do Norte, ao cumprimentar soldados da operação que capturou Maduro em 3 de janeiro.
- A Casa Branca irá realizar uma cúpula em Florida, no dia 7 de março, com líderes da América Latina para conter a influência da China na região.
- Trump elogiou Delcy Rodríguez, afirmou que governos colaboram, especialmente no setor de energia, e disse que já reconhece o governo dela como legítimo.
- O ex-presidente afirmou que grandes empresas petrolíferas dos EUA vão voltar ao país; a produção venezuelana estaria aumentando e o povo seria beneficiado pela renda do petróleo.
- A visita a Caracas ocorre no contexto de reforço da relação com a Venezuela como pilar da estratégia dos EUA na região, que também prevê viagem a Pequim em abril para encontro com Xi Jinping.
Donald Trump afirmou que visitará Venezuela, mas não indicou data nem tipo de agenda. A declaração ocorreu durante a passagem por Fort Bragg, na Carolina do Norte, para cumprimentar soldados. O presidente citou a próxima cúpula com líderes latino-americanos em Florida.
A reunião, prevista para março, busca conter a influência da China na região. Trump elogiou a presidente interina venezuelana Delcy Rodríguez, dizendo que trabalham em estreita colaboração, especialmente em energia. O tom enfatizou cooperação energética entre ambos os governos.
Ao falar de petróleo, o mandatário mencionou retorno de grandes petroleiras Americanas ao país, com previsão de ampliação da produção e repasse de ganhos à população. O governo também anunciou o levantamento de sanções ao petróleo venezolano.
Contexto energético e diplomático
Neste mês, o Secretário de Energia dos EUA visitou Caracas para tratar da renovação do setor petrolífero. A atuação busca reinserir Venezuela nos mercados internacionais e reforçar laços com parceiros regionais.
A Casa Branca aponta a relação com Caracas como pilar da política de segurança nacional na região. A estratégia enfatiza reduzir a influência de adversários e ampliar laços com governos alinhados aos interesses norte-americanos.
Agenda externa de Trump
Em março, a cúpula na Flórida reunirá líderes com orientação similar à dos EUA. Em abril, Trump planeja viagem a Beijing para encontro com Xi Jinping, ainda sem data oficial. A prioridade é consolidar atuação regional frente a competidores globais.
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