Em Alta NotíciasPolíticaFutebolAcontecimentos internacionaiseconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Procuradoria reabre investigação sobre o PM por construção de casa

Procuradoria investiga o primeiro-ministro por possível fraude fiscal na casa de Espinho, após divergência entre fatura de 215 mil euros e custo declarado de 637 mil euros

El primer ministro portugués, Luís Montenegro, se protege de la lluvia en Lisboa, el 1 de febrero.
0:00
Carregando...
0:00
  • A Procuradoria de Portugal reabriu investigação sobre o primeiro-ministro Luís Montenegro por possível fraude fiscal na construção de sua casa em Espinho, no norte do país.
  • O Departamento de Investigação e Ação Penal analisa diferença entre a fatura emitida pelo construtor (215 mil euros) e o custo declarado da obra (mais de 637 mil euros).
  • A nova frente investigativa é publicada pelo semanário Expresso; em 2024 a mesma unidade havia arquivado a primeira apuração sem concluir irregularidades.
  • O caso se conecta a controvérsias envolvendo a empresa familiar Spinumviva, criada por Montenegro e posteriormente transferida à esposa e aos filhos, com questionamentos sobre conflito de interesses.
  • Spinumviva tinha domicílio fiscal na residência de Espinho, onde ocorreu a obra, e a empresa seguiu operando, conforme apurado nas reportagens associadas ao tema.

A Procuradoria-Geral de Portugal reabriu uma investigação sobre o primeiro-ministro Luís Montenegro, desta vez por possível fraude fiscal relacionada à construção de sua casa em Espinho, no norte do país. O Departamento de Investigação e Ação Penal analisa discrepâncias entre a fatura do construtor e o montante declarado pela obra.

Conforme o semanário Expresso, a nova linha de apuração foca nas diferenças entre o valor faturado e o custo informado pelo premiê. Em 2024, a mesma unidade tinha arquivado a primeira apuração, alegando ausência de benefícios fiscais indevidos.

Nova fase da investigação

A crise política associada ao caso envolve também a empresa familiar Spinumviva, criada por Montenegro e relacionada a atividades diversas. A empresa transferiu-se para a esposa do premiê e, após a derrota e recuperação políticas, passou para a gestão dos filhos, em meio a questionamentos sobre conflito de interesses.

Segundo informações públicas, o promotor responsável pela obra em Espinho emitiu uma fatura de 215 mil euros, enquanto Montenegro declarou ter gasto mais de 637 mil euros com o projeto. A diferença é o núcleo da nova apuração.

Casos correlatos já impactaram o governo, levando a eleições antecipadas em 2025. Embora decisões judiciais anteriores tenham absolvido Montenegro em questões ligadas à casa e à empresa familiar, o caminho atual da investigação pode reabrir o tema de responsabilidades fiscais e de negócios ligados ao chefe de governo.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais